O lance é postar a partir da 5º linha de qualquer página do livro que estiver lendo:
Esse largar de mão é correlato essencial da passagem ao ato. Resta ainda precisar de que lado ele é visto. Ele é visto justamente do lado do sujeito. Se vocês quiserem referir-se à fórmula da fantasia, a passagem ao ato está do lado do sujeito na medida em que este aparece apagado ao máximo pela barra. O momento da passagem ao ato é o do embaraço maior do sujeito, com o acréscimo comportamental da emoção como distúrbio do movimento. É então que, do lugar em que se encontra - ou seja, do lugar da cena em que, como sujeito fundamantalmente historizado, só ele pode manter-se em seu status de sujeito -, ele se precipita e despenca fora de cena.
Este trecho do Seminário 10 de Lacan está no capítulo sobre a Passagem ao Ato e o Acting Out. Lacan aponta a fórmula da fantasia ($ <> a), leia-se "S barrado, punção de a", como forma de visualizar a queda do Sujeito. O $ (S barrado), significa a estrutura do Sujeito -, que é barrado, dividido, castrado - e sua relação com o objeto a - objeto causa de desejo e objeto da falta, resto. Lacan anteriormente desnvolve alguns esquemas, como o quadro da Angústia, para demonstrar esse percurso da Passagem ao Ato, seguido de Inibição, Impedimento (sintoma) e Embaraço (Angústia), estágio máximo para a Passagem ao Ato. É importante lembrar que a Passagem ao Ato não se situa apenas no nível negativo, como no suicídio, mas algumas vezes como forma do Sujeito romper alguma barreira que precisa ser rompida. Fazer significar.
Aos interessados: LACAN, J. O Seminário, livro 10: a angústia. Jorge Zahar.
De vez em quando dou uma parada para catalogar meus filmes, revistas, músicas, livros, etc. Tenho um programa aqui que me permite catalogar tudo que tenho e depois serve como um banco de dados para eu pesquisar por assunto e saber onde está cada coisa. Como um biblioteca mesmo. Não sei se já falei sobre esse programa aqui. Mas achei essa pérola aqui na Caros Amigos nº 45, de dezembro de 2000:
"A UNIVERSIDADE QUE NÃO ESTIVER FINCADA SOBRE O TRIPÉ QUALIDADE, PREÇO E LOCALIZAÇÃO TEM DIFICULDADES PARA SE MANTER" (Sandoval Nassa, diretor de marketing e comunicação do Centro Universitário Nove de Julho - UNINOVE).
Lendo agora de manhã uma matéria sobre o protesto que foi realizado ontem em frente ao Liceu de Humanidades de Campos, pelos estudantes do Liceu, contra os novos uniformes que a Secretaria de Educação entregou aos alunos, me fez relembrar quanto era lamentável estudar no Liceu. Tudo bem que ninguém deveria nunca aceitar usar um uniforme, mas protestar dizendo que o aluno do Liceu não pode se igualar às outras escolas com o mesmo uniforme? Hilário. Tudo bem que o novo uniforme deve ser de péssimo gosto, com design pior ainda (ainda não vi qual é o uniforme), mas... Aonde eles pensam que estudam? Harvard?? O Liceu sempre teve um autoritarismo ridículo quanto aos uniformes, sempre desrespeitou os alunos, é uma escola fraca assim como todas as públicas... orgulho de quê??
Há três anos, Carnaval, pra mim, era sinônimo de alienação. Passava o Carnaval inteiro, onde estivesse, vendo filmes, jogando baralho, bebendo cerveja. Ía a praia durante o dia, claro. Mas nada de música, agitação na rua, trios elétricos, etc. Quando ouvia falar em Carnaval a primeira associação que vinha a minha cabeça eram os trios elétricos no Farol ou Grussaí, ou em praias do Espírito Santo, samba reggae tocando no último volime sem parar, multidão, confusão, etc. Sempre tentava como podia me refugiar em algum lugar pra ouvir uma boa música ou o bom e velho rock'n'roll.
Até que exatamente três anos atrás tive a experiência de passar o Carnaval no Rio de Janeiro. Uns amigos convidaram para desfilar na Sapucaí. No início recusei de cara, mas fui vencido pela curiosidade, de tanto as pessoas que já tinham ido comentarem a experiência. Mas isso foi depois.
O primeiro dia desse Carnaval, sábado, não esqueço até hoje. Saímos da Tijuca 7:30 da manhã, "numa alegria infernal" em direção ao metrô pra chegarmos na Cinelândia para vermos o Bloco Cordão do Bola Preta. O Bloco mais antigo do Rio (90 anos). As ruas e o metrô já estavam cheios de gente. A ficha pra mim ainda não tinha caído. Como que pode, as pessoas no Rio, podendo ir para uma praia beber cerveja o dia todo, preferissem baixar na Cinelândia pra verem um Bloco de Carnaval antes das 8 da manhã?
Quando chegamos na praça, e a galera veio cantando vários sambas enredos no caminho à plenos pulmões, já tinha uma multidão lá. Muita gente. Nos embrenhamos no meio do povo e paramos ao lado da Biblioteca Nacional. Além de não ouvir hora nenhuma (e isso foi durante todo o Carnaval) samba reggae, só se ouvia Marchinhas de Carnaval e Sambas Enredos. Não tinha garotada. Não tinha clima de pegação. Tinham crianças, velhos e adultos, todos juntos curtindo o Carnaval numa boa. Isso foi algo impressionante. Todo o meu preconceito do Carnaval caía por água abaixo. Desmoronava.
Fomos a praia um dia ou outro. O resto, só atrás dos Blocos: Cordão do Bola Preta, Suvaco de Cristo, Simpatia é Quase Amor, Concentra Mas Não Sai, Bangalafumenga, Empolga às 9, etc... O Desfile na Sapucaí eu conto outra hora, mas desde então Carnaval é no Rio e ponto final.
Segue a letra da Marcha do Bola Preta:
Quem não chora não mama Segura meu bem a chupeta Lugar quente é na cama Ou então no Bola Preta
Vem pro Bola meu bem Com alegria infernal Nessa alegria infernal Todos são de coração Todos são de coração Foliões do carnaval (Sensacional!)
Esta é uma boa questão que pode ser respondida ao assistir o filme "O leitor". O filme não trata apenas de literatura, mas da vida de um homem que é atravessada por uma mulher, envolvida com o nazismo. A literatura aparece no filme desde os estudos do jovem personagem na escola, quando tem contato com os clássicos da literatura, até quando já adulto e formado advogado. O jovem personagem é quem introduz a literatura na vida da mulher, bem mais velha que ele, e isso marca de forma singular a vida de ambos. É o laço que os une. Talvez seja também, como a mulher consegue lidar com tudo o mais em sua vida depois de tudo que já fez. Freud além de trabalhar com alguns autores de peso da literatura universal, tratava a questão da fantasia na literatura, e como aquilo que muitas vezes, no mundo real, pode chocar e na literatura se tornava clássico. O próprio "Édipo Rei", de Sófocles, que é referência a um dos conceitos principais da psicanálise, é exemplo claro disso. Enfim, o filme é belíssimo e se não me engano, Kate Winslet, que é quem interpreta a mulher, foi indicada ao Oscar pela interpretação da personagem. Vale a pena conferir. Para os adeptos do download, baixe aqui ou procure na locadora mais próxima de sua casa.
Há muitos anos não sei o que é comprar um CD original. Talvez mais de cinco anos. Já não alugo mais filmes há dois anos. Baixo tudo da internet. Documentários, filmes, músicas, clips, jogos, programas, etc. Só ainda não aprendi a ler livros no computador. Esses eu ainda compro e faço questão de comprar. Claro, pela internet também. Não compro livros em lojas também há muitos anos. Livros pela internet são muito mais baratos, incluindo o frete.
Baixo sempre filmes do blog Torrent-Up Forever e achei super interessante a campanha deles, "porque P2P também é cultura!":
Pessoal já faz um tempinho que a APCM - Anti-pirataria Cinema e Música (já começa pelo erro no nome deles que não tem aquele hífen) vem apagando blogs e arquivos de tempos em tempos, mas desde o começo da semana passada começou a fazer ataques também aos sites de legendagem amadora aqui no Brasil, chegando a tirar do ar por alguns dias nosso maior representante do gênero, o Legendas.tv. Por isso viemos aqui convocar vocês para nos ajudarem agora, pois essa é a hora de tentarmos entrar numa discussão mais profunda sobre o P2P aqui no Brasil. Aqui nós deixamos 2 meios para que vocês nos ajudem em mais essa, e pedimos para quem puder assinar essa petição no link abaixo. A outra seria para realmente mostrar que o P2P também é cultura, para mostrarmos que com essa troca de arquivos levamos os filmes para pessoas que nem ao menos tem cinema em suas cidades e tem que esperar meses para que ele chegue a locadora e ainda por cima elas tem que pagar preços muitas vezes abusivos para a locação. Outro caso que engloba mais as séries, é que além de ser cultura a gente ainda faz até Divulgação para as produtoras, já que muitas pessoas mesmo não tem acesso às TVs´s a cabo ou elas em muitos casos não chegam até o consumidor, e então essa pessoa precisa esperar 1, 2 até 3 anos para ver sua série favorita em alguma TV Aberta, e com essa nossa divulgação, as pessoas se forem como eu, acabam na maioria dos casos comprando boxes de sua série favorita e muitos filmes também, como sempre originais claro, já que sou totalmente contra a pirataria, pois aqui não Comercializamos nada e nem pedimos dinheiro pelo que fazemos... Então quem tiver aí sua coleçãozinha particular e quiser ajudar, TIRE UMA FOTO e mande pra esse outro link aí embaixo. Bom Pessoal era isso que gostaria de dizer e espero que nosso BLOGS E SITES PARCEIROS entrem nessa também, pois essa é a hora de estarmos unidos por uma causa comum...
Indico este vinho chileno por ser muito bom e barato. Da última vez que comprei, custava não mais que R$ 22,00. Vinho Chileno. No rótulo, como na foto, tem uma bicicleta e podem ser encontrados nas seguintes uvas: Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir, Riesling e Carmenère. Eu prefiro sempre a Cabernet Sauvignon. O Reserva também é muito bom e custa mais um pouco, uns R$ 38,00, nas mesmas uvas e mais Syrah, Merlot, Chardonnay e Gwewurztraminer.
Há algum tempo venho querendo comentar esta propaganda do MEC sobre o ProUni que vem sendo veiculada na TV aberta.
A propaganda apela para a oportunidade que foi dada a uma estudante pobre de cursar medicina numa faculdade. Parece até bonita a atitude caridosa do governo, se não soubessemos como realmente as coisas funcionam. Como tudo passa despercebido aos olhos da grande massa. E já nem falo da massa que não teve oportunidade de cursar o ensino superior, porque estes também não se diferenciam muito criticamente dos que pararam no ensino médio. Não é de hoje que ensino superior ou universidade não tem mais nada a ver com ser crítico ou alguém capaz de pensar além dos problemas aparentes. Ter diplomas ou títulos nada mais é que ser um especialista numa determinada questão técnica de sua área.
A universidade que esta menina vai cursar é uma universidade paga. Algumas bolsas do ProUni são integrais, outras não. Essas vagas são compradas pelo governo, pois segundo eles, sai mais barato para o governo colocar alunos em universidades particulares do que fazer novas universidades públicas.
A universidade sempre se apoiou no tripé ensino-pesquisa-extensão até o governo FHC liberar a abertura de várias universidades privadas que não priorizavam este tripé limitando-se apenas ao ensino. Esta "liberação" seguiu os ditames da política neoliberal e do FMI, incentivando as empresas a investirem na área educacional e gerando enormes lucros, fazendo assim, movimentar a economia do país.
A questão é que estas escolas de ensino superior foram abertas e funcionaram e funcionam de forma duvidosa do mesmo jeito. Sem compromisso com a formação de qualidade, crítica e sem pesquisa. O objetivo que nunca foi escondido, sempre foi ensino-aprendizagem.
O governo não se preocupou com a estrutura dessas universidades. Apenas com a economia, com os grandes empresários e como gerar bastante lucro para os ricos. Os cursos ficaram lotados e muita gente se formou, caindo no mercado de trabalho e não tendo como o mercado absorver todos estes profissionais. Outra mancada do governo que não preparou o mercado para isso.
Além das questões econômicas, sociais, a questão cultural e educacional caminham cada vez mais a passos largos para o fundo do poço. O ensino está cada vez pior. O MEC cada vez mais contribui para isso. O governo Lula, assim como anteriores, está mais interessado em números, em quantidade, em quantas pessoas com ensino superior nós temos ou quanto podemos aumentar ainda. Cria-se ensino à distância, salas de aula virtuais, e assim demite-se mais professores. E tudo isso passa batido.
O vídeo abaixo do filósofo Paulo Ghiraldelli expõe bem este fracasso do MEC. Uma das medidas do governo foi avaliar a lambança toda através do ENADE, ou o Provão, como era chamado no governo FHC, para livrar da responsabilidade o governo. Jogar a responsabilidade no estudante por não ter ido bem. Realmente seria muito interessante se o governo criasse ou a população sugerisse de 6 em 6 meses um provão para os vereadores dos nossos municípios, para os Prefeitos, Governadores e Presidente.
Acabei de ler a entrevista com a jornalista Mahvish Khan, que escreveu o livro My Guantanamo Diary, na Super Interessante deste mês. Provavelmente alguém já deve ter feito essa relação do livro O Processo de Kafka com a prisão de Guantánamo, pela situação em que os presos são tratados, sem acusações formais, sem direito a julgamento ou informações e ainda torturados. A jornalista diz que a prisão já teve 775 detentos, dos quais 20% foram acusados de algo criminoso. Os outros 500 foram soltos sem nenhuma acusação e mandados de volta ao seu país de origem, da mesma forma que foram pegos e soltos, sem nenhuma acusação. O livro de Kafka relata a situação de um homem que também é preso, acusado de algum crime, que não lhe é revelado, e vive um angustiante processo sem ter acesso a qualquer tipo de informação e direito. O livro de Kafka foi escrito na década de 1920 e em algumas críticas literárias, relacionam-no quase como uma profecia do holocausto nazista.
Há muitos anos a mídia de nossa cidade dá um show de amadorismo ou falta de profissionalismo mesmo. Cada vez mais os blogs ganham espaço e os jornais locais perdem. Perdem por pobreza de conteúdo, erros de português/digitação, coligação política, etc.
Há algum tempo o site da Folha da Manhã foi reformulado, tendo o usuário que fazer um cadastro para poder ler o conteúdo do jornal. Babaquice é pouco. O Monitor Campista já tinha feito isso há um bom tempo e nunca perdi meu tempo fazendo este cadastro.
Antes de ontem, precisei pesquisar uma coisa nos três jornais. O Diário não guarda arquivos, se guarda deve estar muito escondido. Isso quando você lê alguma coisa no site, ou abre determinada página e salva para ler depois, no dia seguinte eles já colocam outra matéria no lugar do mesmo link do dia anterior. Simplesmente um show de competência.
Tentei fazer o cadastro do Monitor Campista e lá pediam número do telefone celular, residencial, nome da rua, cep e CPF! Pra que raios vou dar todas essas informações? Desisti.
Consegui o que eu procurava com um vizinho que tinha comprado o jornal alguns dias antes, porque procurar alguma informação nos sites da mídia campista, simplesmente não dá!
Agora você pode fazer sua rádio! Na verdade é quase uma rádio, mas só com músicas. Você cria o nome da sua rádio e escolhe as bandas que farão parte da sua seleção de músicas. Por exemplo: The Doors, Janis Joplin, Pink Floyd, The Who e Beatles. Cinco pra começar. O site toca aleatóriamente todas as músicas das bandas citadas, como se tivesse um DJ mesmo, selecionando-as pra você. Você pode adcionar mais bandas depois e o próprio site te recomenda algumas, baseado no seu estilo, por exemplo: Jimy Hendrix? Joe Cocker? Credence? Jethro Tull? e por aí vai...
Ainda não tem bandas brasileiras... pelo menos algumas que tentei não tinham. Além de selecionar suas bandas, você pode, se quiser, classificar algumas músicas, todas organizadas por discos, das que você gosta muito e quer que toque sempre, as que você acha legal e as que você prefere que não toquem.
Pra quem quer fazer uma festinha e tem como ligar o laptop numas caixas de som maiores é uma boa, além do fato de não ter que ficar trocando toda hora de CD. Ou ligar o laptop enquanto joga um poker com os amigos...
E pra não ficar tudo muito farofado, dependendo da sua seleção de bandas, você pode criar várias rádios, dependendo do estilo de cada uma. Vale a visita. Dá uma olhada no post abaixo!
Quase um mês sem postar... estou lendo um livro sobre blogs, que em breve postarei alguns comentários. Aponta uma interessante relação entre a escrita dos blogs e os escritos de Dostoievski, em um dos capítulos.
Estava ouvindo o rádio hoje de manhã e uma profissional da área de Recursos Humanos estava dando uma entrevista sobre seleção, mercado de trabalho, oportunidades, etc. Ouvi atentamente. Algumas dessas pessoas passam ou tentam passar uma imagem de estarem sempre muito antenadas na área empresarial ou no mercado de trabalho. Gostam de fazer uma análise de conjuntura, falar do mercado mundial, das oportunidades que os patrões muito bonzinhos gostam de dar e muitas vezes falam sem um pingo de criticidade.
Foi então que ela começou a fazer uma comparação com as universidades americanas e as brasileiras quanto ao investimento de capital privado dentro das instituições de ensino superior. Citando então quantos porcentos que as empresas americanas investiam dentro das universidade e incentivando que o mesmo deveria ser feito aqui, pois poucas empresas brasileiras faziam isto.
Enquanto ela falava disso e os locutores da rádio apoiavam a idéia dela, me lembrei dos encontros que participei na UFF em Niterói com os Sindicatos de Professores Federais e do Estado junto com Movimentos Sociais e Estudantis sobre a privatização do Ensino Público. De como cursos que eram feitos fora da grade das universidades eram pagos. E isso já vem acontecendo há um bom tempo e cada vez mais, deixando que cada vez mais o ensino deixe de ser público. Lembro dos debates sobre essas iniciativas das empresas privadas junto às pesquisas dentro dos campus, o quanto isso poderia ser bom e quanto poderia ser ruim. Enfim, discutíamos de forma crítica todos esses aspectos, que em momento algum foi levantado pela entrevistada e pelos locutores.
São coisas que são passadas "goela abaixo" mesmo. E, às vezes, imperceptíveis até daqueles que tem um nível básico de informação. Lembro de um texto que trabalhei numa especialização que falava da diferença entre informação e formação. As pessoas que lêem jornal, revistas semanais, assistem telejornais não tem um nível de criticidade que uma pessoa que estuda determinados teóricos. Se debruçar em teoria, filosofia é algo que exige muito mais tempo e determinação do que ler um jornal. Entretanto, isso não quer dizer que os jornais não servem pra nada. E também não estou dizendo que todo mundo que fez uma faculdade é crítico. Vide este exemplo do rádio de hoje de manhã. Dois jornalistas (ou não) e uma Psicóloga ou Administradora falando.
Essa é pra vocês que eu enviei o endereço do blog. Seria legal ler algo de vocês também, saber o que andam pensando, etc. Conto nos dedos da mão as pessoas para quem enviei o blog e são pessoas que considero que tenham algo a dizer. Por isso vai aí essa provocação para fazerem o blog de vocês! Deixem de preguiça e produzam algo interessante aí!
Comprei hoje na banca uma Super Interessante especial: Guia das Novas Tecnologias. Tentei achar uma foto da capa da revista no site, mas não consegui. Mas recomendo pra quem se interessa nas novidades tecnológicas: TVs, celulares, gps, iphone, câmeras digitais, filmadoras, etc, etc.
Tem uma previsão, tipo linha do tempo, até 2030 assustadora.