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domingo, 17 de julho de 2011

Info Banda Larga

Terminando de ler...


Banda Larga em Campos

Se há uma coisa que de fato preste no capitalismo é ver os empresários se estapearem na concorrência por maiores lucros, barateando os custos dos serviços e oferecendo melhores serviços aos clientes, na tentativa de engolir os concorrentes. Infelizmente, ainda não temos esta concorrência acirrada no campo de provedores à internet de banda larga no município. Acredito que seja por pouco tempo, devido as grandes mudanças econômicas na região, principalmente em pról do maior empreendimento do Estado do Rio de Janeiro, o Porto do Açu.

Após a instalação do Comfort Hotel, da rede internacional Atlantica, mais um hotel é anunciado, o Tulip Inn Campos dos Goytacazes, da rede também internacional Golden Tulip - que será construído ao lado do Shopping Boulevard. Com tantos empreendimentos chegando a cidade, espero que a internet banda larga não fique de fora.

Há pouco tempo ouvi falar da GVT, provedor de internet, que vem crescendo nas principais capitais do país, oferecendo serviço de qualidade em banda larga. Infelizmente só disponível ainda em Niterói e na capital do Estado do RJ. A Revista INFO do mês passado publicou uma matéria de capa sobre Banda Larga no país e a GVT foi o melhor serviço avaliado em 17 Estados do País.

Basta acessar o site e ver a diferença de preços aplicada quanto aos provedores de internet de Campos. Não sei quantos serviços de internet existem em Campos, mas utilizo o vergonhoso serviço da Via Cabo em minha casa. Já tive Velox e mudei para a opção cable porque o serviço caia demais. Acredito que não demore muito para a GVT chegar a Campos, principalmente pelo potencial mercado que vem se estruturando e a grande quantidade de dinheiro circulando no município, por causa do Porto do Açu.

Com a construção do Estaleiro da OSX, prevista para o segundo semestre deste ano, a demanda por melhores serviços de internet, assim como outros setores aumentará. A Via Cabo com certeza estará com os dias contados e já seria melhor começar a repensar a validade de seu slogan: "A melhor TV e internet da sua cidade".

A falcatrua da Via Cabo tem os dias contados, principalmente pelo serviço de má fé que prestam, em que tem a obrigação de oferecer apenas 10% ou 20% do serviço contratado. Pra quem paga caro pelo serviço de 1 MB, sabe que nunca é possível alcançar 1 MB.


O valor do serviço de 3 MB da Via Cabo custa R$ 121,90 nos 2 primeiros meses e depois passa para a bagatela de R$ 181,90 mensais. Na GVT em Niterói, o serviço de 5 MB sai por R$ 49,90, o de 10 MB sai por R$ 69,90 e o de 15 MB (!!!) por R$ 79,90 mensais.


Depois dessa é aguardar e dar adeus a Via Cabo, pela arrogânica dos gerentes, pelo desrespeito com os clientes e por acharem que eram a última coca-cola do deserto. Não sei se acontecerá o mesmo que aconteceu ao Cine Turf com a chegada do Cinema do Shopping Av. 28 - sumiu do mapa. Mas a Via Cabo verá, espero que breve, 100% dos seus frustrados clientes migrarem para o novo serviço da GVT ou da empresa que chegar primeiro à Campos nos próximos meses. Mercado tem, só falta oferecer o serviço com qualidade.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Digitadores Virtuais R$ 2.000,00

Acompanho sempre o Click Macaé para melhores oportunidades de trabalho na região. Todos os dias surgem diversas vagas em diferentes áreas, principalmente em Macaé, devido a grande quantidade de empresas voltadas para o mercado offshore. Hoje me supreendi com a vaga de digitadores virtuais. Isso mesmo. Você trabalha em casa digitando textos e os envia para a empresa responsável. São 50 vagas. Pra quem está parado sem fazer nada no computador, é uma boa pedida e o salário médio é de R$ 2.000,00, segundo o site. Acredito que seja este valor de acordo com a produção.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

sábado, 30 de outubro de 2010

Arquivando Mídias

Estou aqui "salvando" algumas das coisas que tenho em HD. Acredito que isso não será mais comum de se fazer num futuro bem próximo. Acreito que a tendência é não utilizarmos mais DVDs e CDs daqui pra frente e sim acessarmos tudo na internet. Em alguns sites como o Google Videos já é possível assistir documentários inteiros. No YouTube ainda existe a limitação dos vídeos terem no máximo 10 minutos - sabe-se lá o porquê. Enfim, daqui há 5 anos (ou menos), será que terá utilidade estes 300 DVDs que tenho aqui com arquivos de filmes, documentários, discografias completas, raridades, etc ou tudo estará facilmente na internet? A tendência é a banda larga se tornar cada vez mais rápida, facilitando assim o acesso a filmes inteiros sem precisar de downloads e em boas qualidades. Teremos no futuro cada vez menos materiais (livros, cds, dvds, revistas, jornais, etc). O JB já é realidade. Não existe mais em padrão tradicional. Acredito que no futuro não precisaremos nem mais de CDs para ouvirmos música no carro. Os rádios dos carros se conectarão na internet e faremos a seleção automaticamente do que queremos ouvir. Agora enquanto vos escrevo escuto a rádio Jango, com ótimas seleções de bandas, de acordo com o estilo que queremos ouvir. Algumas revistas já possuem formatos para smartphones e algumas já se adequam ao novo mercado dos iPads. Em breve andaremos com nossos iPads e smartphones acessando nossos principais jornais e revistas. Na verdade isso já é possível, porém os preços não são assim tão populares quanto os celulares mais comuns. Enquanto isso continuo gravando os arquivos.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Sociedade e Internet


Cada vez mais nos tornamos mais dependentes da tecnologia e da internet. Smartphones, ipads, notebooks, GPS, PCTV, dentre outros são apenas alguns exemplos de que estamos cada vez mais conectados às informações e entretenimentos da rede. A pergunta que lanço é a seguinte: Estamos preparados para todas estas possibilidades da internet? Quantos porcentos utilizamos de toda capacidade que esta ferramenta nos oferece? A população sabe usá-la?

A internet oferece conteúdo de todos os tipos para todos os gostos. A mesma internet da revolução digital atende aos interesses do mundo capitalista e vice-versa. Aos olhos dos internautas libertários, lá no início da grande rede no Brasil, por volta de 1995/6, a capacidade de troca de informações e publicação de sites, apontava para tempos melhores politicamente. Existia assim, este espaço onde poderíamos criar e escrever nossas idéias, trocar experiências, conhecer pessoas de lugares diferentes, cidades, estados e até países. Acessar jornais, portais e aumentar o nível de informações que tínhamos quando dependíamos exclusivamente de jornais impressos e das notícias de TV. Notícias e fotos do mundo do Rock eram iguarias para quem possuía internet em seu computador.

Quando comecei a me interessar por leitura e o acesso aos clássicos da literatura era algo raro nas livrarias de Campos, a internet era a própria biblioteca com um vasto universo e campo de pesquisa em minha adolescência sobre Ditadura Militar, Socialismo x Capitalismo, Revolução Russa, Movimento Hippie, Contracultura, Beatniks, Jim Morrison, etc. Tudo isso na época em que o acesso a internet era exclusivamente pela Faculdade de Direito de Campos e discado. Levava-se, às vezes, horas para se conseguir conectar. Existia um número limitado de pessoas que podiam-se conectar, então se estivesse lotado era preciso esperar alguém "cair" ou desconectar-se da internet. Aquele barulhinho infernal do computador se conectando por conexão discada era música para os ouvidos naquela época. Isso porque só podíamos conectar depois da meia-noite ou domingo, quando contava-se 1 (um) pulso telefônico, para a conta de telefone não vir cara.

Anos depois chegou em Campos os primeiros números da coleção (mal traduzida) Martin Claret. Lembro que custava algo em torno de 7 reais. Foi uma febre entrar na Noblesse e gastar mais de 100 reais com os clássicos da Martin Claret. Já não se dependia exclusivamente da internet para este tipo de informação. Entretanto, as possibilidades da web ainda eram muitas. Baixar uma música levava quase 1 hora, mas valia apena. E as ideias fervilhavam na cabeça com as possibilidades da rede.

Hoje temos as Redes Sociais, Google Earth, Twitter, Blogs, programas de troca de arquivos, banda larga e parece que a sociedade ainda engatinha com a internet. As eleições vêm e vão e nada muda. Não há organização e maior politização das pessoas. As pessoas não passaram a ouvir músicas boas, continuam dependentes das músicas que tocam na TV ou na rádio local.

De fato ficou mais fácil de organizar movimentos sociais. Fiz parte do Movimento Estudantil já em tempos de internet, com grupos de discussão e troca de e-mails com militantes de outras universidades. Ainda não tinha Orkut naquela época. Fazíamos encontros e reuniões em outras cidades e estados. Difícil imaginar como se fazia Movimento Estudantil na década de 70 sem internet e celular.

As redes sociais (Orkut especificamente) permitem as pessoas a se conectarem com pessoas que possuam os mesmos interesses. Antigamente era possível no mIRC ou em chats. No mIRC podía-se criar salas específicas por assuntos, convidar pessoas e ali ser um espaço para um debate específico.

O Orkut vai além ainda, permitindo que antes de você viajar para algum lugar possa descobrir pousadas ou lugares interessantes de ir, além de perguntar diretamente às pessoas que fazem parte da comunidade. Porém, algumas comunidades mal tem fóruns ativos sobre tal lugar ou quando tem sempre aparece alguém para atrapalhar a discussão. Vide a comunidade de Campos dos Goytacazes.

Há algum tempo o Estado forneceu notebooks com internet aos professores para utilizarem o computador em sala de aula e para pesquisa. O engraçado, para não dizer trágico, é que muitos professores não sabiam sequer como usar este computador. Não faço ideias de como são as aulas hoje no Ensino Médio, mas imagino que poderíam ser muito interessantes com todos os recursos que a internet proporciona.

Sou totalmente a favor dos downloads e da troca de arquivos como forma de se disseminar a cultura. Não compro CD há mais de 10 anos. Abandonei as locadoras de vídeo quando o seriado Lost lançava sua 2º temporada (2005/2006), pois estava ficando caro alugar aquele monte de DVD e não dar conta de assistir. Optei por baixar da internet. Ainda hoje quando comento sobre minhas séries preferidas ouço algumas pessoas: "Ah, mas isso passa em que canal? Lá em casa não pega esse...".

A poderosa rede ainda é pouco explorada. Fico imaginando como seria pra mim ainda estar limitado ao que os meios convecionais podem me oferecer de informação. Ler bestellers, assistir a programação da TV aberta aos domingos, ouvir o pagode ou os sertanejos das rádios locais, ir à igreja, consumir o que é convencional, etc.

A internet está cheia de documentários que nunca irão estar disponíveis em locadoras da nossa cidade, livros, blogs, séries, filmes e música que não estão em nenhuma prateleira num raio de 300 km de nossa cidade. Algumas coisas com muito custo se achará nos grandes centros. As comunidades no Orkut deveriam ser espaço de troca de informações, críticas e sugestões aos restaurantes, lojas, bares, políticos, escolas, universidades, empresas, lojas, supermercados, produtos, etc. Vê-se que muito pouco é feito ou mal-utilizado. Os próprios empresários nem sabem como utilizá-la. Não possuem site, não querem ouvir a opinião dos consumidores, não tem sequer fotos.

A internet pode servir para milhares de coisas, não só para entretenimento. Como mencionado no início, da organização de movimentos sociais, culturais, libertários e políticos aos interesses de empresários e corporações. Por não possuir uma censura prévia, a internet está muito mais do lado do povo do que do capital. O problema é que nem o povo nem os empresários sabem como melhor utilizá-la. Existem muitos ativistas na internet, blogs ativos, comunidades, etc. O interessante é perceber nas pessoas "normais" à nossa volta o quanto disso tudo já ou ainda não afetam à elas. Talvez o dia em que houver este tipo de efeito, estaremos mais seletivos quanto às nossas escolhas e com os pés no chão, caminhando e andando de cabeça erguida em nossa sociedade.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Será que a blogosfera envelheceu?

Texto interessante que acabei de ler no iMasters:

"Teriam os blogs virado coisas de tiozinho? Aparentemente, sim. Pelo menos de acordo com um estudo feito pela Pew Internet. A geração mais jovem não está mais interessada em volumes maiores de conteúdo como existem nos blogs, diz a pesquisa. Em vez disso, a comunicação entre os adolescentes tende a envolver mensagens curtas, como as atualizações de status do Facebook ou Twitter. A Pew descobriu que apenas 14% dos adolescentes de 12 a 17 anos blogam, muito abaixo dos 25% que blogavam há quatro anos. Eles também estão menos interessados em comentar nos blogs de seus amigos. Este ano somente 52% afirmaram que o fazem, sendo que em 2006 três quartos afirmaram que sim.

Redes sociais no lugar dos blogs

No novo estudo, os resultados mostram que 73% dos adolescentes conectados usam redes sociais, um grande salto em relação aos 55% que usavam em 2006. Os jovens (18-29) também preferem as redes sociais como método de comunicação. Entre este grupo, 72% confirmam que utilizam esses serviços. Enquanto isso, apenas 40% das pessoas com idade acima de 30 anos fazem o mesmo.

Mas e os blogs? Esse meio, que já foi utilizado para compartilhamento de notícias e opiniões, não é mais popular entre os adolescentes. O motivo é simples: as redes sociais dominaram. Com a capacidade de atualizar seu status em sites de redes sociais, a necessidade de se comunicar usando ferramentas que permitam de maior quantidade de conteúdo é quase inexistente. Em vez de resumir os acontecimentos do dia em um blog, por exemplo, um adolescente pode simplesmente atualizar várias vezes seu perfil durante o dia com os detalhes e também com o que está acontecendo naquele momento.

Esses envios de mensagens com pouco conteúdo, bem como as populares mensagens de texto enviadas aos amigos pelo celular, são mais fáceis de serem consumidas. Elas levam segundos para serem lidas, e não minutos. As respostas para elas também levam pouco tempo. Considerando as centenas de amigos que as pessoas tendem a acumular pela web, trata-se de uma boa economia de tempo.

Declínio dos blogs?

A popularidade das redes sociais é inquestionável e sua filosofia tem tirado o desejo dos jovens para blogar, mas o estudo da Pew não vai tão além a ponto de descobrir o motivo. Uma teoria que vale a pena ser considerada é que os adolescentes de hoje estão sobrecarregados com informações e simplesmente não têm mais tempo para ler longos posts. Eles já estão bastante ocupados com várias redes sociais, emails, mensagens instantâneas e ligações, praticamente se afogando em ferramentas de comunicação. E quando há muito a ser consumido, o que tende a ser deixado de fora são as coisas que mais tomam tempo: blogar, ler blogs e deixar comentários em outros blogs.

Em nossa análise, constatamos que o ato de blogar pode não ser um hit para os adolescentes, mas por outro lado segue crescendo e se profissionalizando, alcançando um público intermediário entre os adolescentes e os adultos. A geração Y segue firme e forte blogando e lendo blogs. E você, ainda mantém um blog ou já migrou de vez para as atualizações de status? Nos encontramos no IRC para discutir o assunto."

Fonte: aqui.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Podcast erótico


Taí uma coisa que ainda não conhecia! Geralmente estou sempre por dentro das novidades na internet, mas até ontem isso era novidade pra mim. Há algum tempo já se fala em áudio books e Podcasts. Quanto ao primeiro eu acho bem interessante, apesar de achar que muitas pessoas podem torcer o nariz para a idéia, argumentando que o bom mesmo é ter o livro em mãos e ler você mesmo. Pode ser, mas uma coisa não descarta a outra. Talvez quando você está viajando de uma cidade à outra, "ouvir" um livro seja uma boa opção. Ou quando você simplesmente não quer ler e experienciar ouvir um livro. Há um ano baixei alguns áudio books no 4shared (www.4shared.com). Mas eram apenas parte deles. Teria que comprar, se quisesse o livro todo. E são bem lidos e interpretados com boas intonações - alguns até por autores globais (pelo menos os que eu ouvi). Ouvi parte de alguns livros, como Machado de Assis e outros escritores nacionais. O único áudio book que achei inteiro foi o da Bruna Surfistinha - "O doce veneno do escorpião" (não que ela seja uma escritora nacional, por favor). E em aproximadamente 1 hora eu li (ouvi) o livro dela. Rapidinho e direto do computador, sentado numa confortável cadeira. Aproveitando a deixa, o livro vira filme ainda no segundo semestre deste ano com Deborah Secco no papel principal (fonte: Extra).

Quanto aos Podcasts, conheço muito poucos. Ouvi há pouco tempo um sobre crítica cultural, se não me engano, do Daniel Piza. E outros que conhecia eram de humor. E seguindo os links me deparei com Contos Eróticos em Áudio. Ouvi alguns, mas não eram tão bons quanto esperava. Com certeza ler para alguém não é tarefa tão simples. E ainda mais quando espera-se fisgar a atenção do outros quanto ao texto. Vide apresentações mal feitas em congressos à base de leitura de várias páginas.

Quanto aos Podcasts de forma geral, acho a idéia muito boa. Já tive inclusive vontade de fazer alguns aqui para o blog. Seria como uma rádio, mas com o intuito de tecer comentários sobre alguma coisa. No youtube existem vários "tele jornais". Muitos muito mal feitos, mas mesmo assim, com boas intenções. Lembro que vi um uma vez que o cara ligava a webcam dele, aparecia ele sentado numa mesa com vários jornais, e ia comentando algumas notícias. Nada muito diferente do que os radialistas em Campos fazem, e a apresentação dele era um tanto engraçada, mas ele levava super a sério a ideia.

Segue o link do conto erótico em áudio aqui.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Nova ferramenta de busca

Já repararam o que acontece ao grifar uma palavra aí nos posts abaixo? Você simplesmente ganha várias opções de pesquisa sobre determinada palavra: vídeos, sites de relacionamento, sites de pesquisa, compra, tradução etc... Impressionante.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Issuu

E Revista Cult está disponibilizando parte da revista neste site de publicação: Issuu. Excelente iniciativa da revista disponibilizando assim, m4is cultur4 pela rede. Não tive tempo ainda de olhar outras publicações, mas a Superinteressante também já tem seu espaço por lá!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Quase 4 meses

Hoje ingressei no tal do Twitter. Ainda não sei o que é exatamente, mas já venho ouvindo falar da novidade há algum tempo. Mais uma coisa pra gente estar ligado. Que merda.

Nesses últimos quatro meses algumas coisa aconteceram. Estive no Festival de Jazz e Blues de Rio das Ostras e tinha muitas idéias para colocar aqui, como o por quê de Campos não ter mais um festival assim, ou ainda acreditar que show pra dar gente tem que ser com música ruim. Vi o Black Sabbath no Rio, com Dio no vocal - mais foda que isso, só com Ozzy mesmo! Virei vegetariano, por "n" razões, que seriam legais de apontar aqui, vi vários documentários interessantes sobre política, economia, cultura, etc. e não escrevi nada aqui sobre eles. Dei um tempo nas leituras e na piração de acompanhar todos os blogs. Só fiquei sabendo da FLIP (Feira Literária de Paraty) no sábado. Nos outros anos acompanhei alguns meses atrás os debates nos suplementos literários do JB e O Globo. Tá foda, estou a deriva mesmo.

Os showzinhos na cidade tem acontecido e devia ter alguém comentando sobre eles! Vale lembrar o ótimo som da Vibratto, na última sexta, no Motoclube. Por enquanto é isso. Dá-lhe Mal Estar!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

"Porque P2P também é cultura"

Há muitos anos não sei o que é comprar um CD original. Talvez mais de cinco anos. Já não alugo mais filmes há dois anos. Baixo tudo da internet. Documentários, filmes, músicas, clips, jogos, programas, etc. Só ainda não aprendi a ler livros no computador. Esses eu ainda compro e faço questão de comprar. Claro, pela internet também. Não compro livros em lojas também há muitos anos. Livros pela internet são muito mais baratos, incluindo o frete.

Baixo sempre filmes do blog Torrent-Up Forever e achei super interessante a campanha deles, "porque P2P também é cultura!":

Pessoal já faz um tempinho que a APCM - Anti-pirataria Cinema e Música (já começa pelo erro no nome deles que não tem aquele hífen) vem apagando blogs e arquivos de tempos em tempos, mas desde o começo da semana passada começou a fazer ataques também aos sites de legendagem amadora aqui no Brasil, chegando a tirar do ar por alguns dias nosso maior representante do gênero, o Legendas.tv. Por isso viemos aqui convocar vocês para nos ajudarem agora, pois essa é a hora de tentarmos entrar numa discussão mais profunda sobre o P2P aqui no Brasil. Aqui nós deixamos 2 meios para que vocês nos ajudem em mais essa, e pedimos para quem puder assinar essa petição no link abaixo. A outra seria para realmente mostrar que o P2P também é cultura, para mostrarmos que com essa troca de arquivos levamos os filmes para pessoas que nem ao menos tem cinema em suas cidades e tem que esperar meses para que ele chegue a locadora e ainda por cima elas tem que pagar preços muitas vezes abusivos para a locação. Outro caso que engloba mais as séries, é que além de ser cultura a gente ainda faz até Divulgação para as produtoras, já que muitas pessoas mesmo não tem acesso às TVs´s a cabo ou elas em muitos casos não chegam até o consumidor, e então essa pessoa precisa esperar 1, 2 até 3 anos para ver sua série favorita em alguma TV Aberta, e com essa nossa divulgação, as pessoas se forem como eu, acabam na maioria dos casos comprando boxes de sua série favorita e muitos filmes também, como sempre originais claro, já que sou totalmente contra a pirataria, pois aqui não Comercializamos nada e nem pedimos dinheiro pelo que fazemos... Então quem tiver aí sua coleçãozinha particular e quiser ajudar, TIRE UMA FOTO e mande pra esse outro link aí embaixo. Bom Pessoal era isso que gostaria de dizer e espero que nosso BLOGS E SITES PARCEIROS entrem nessa também, pois essa é a hora de estarmos unidos por uma causa comum...

Assine a petição aqui.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

A sua rádio!

Agora você pode fazer sua rádio! Na verdade é quase uma rádio, mas só com músicas. Você cria o nome da sua rádio e escolhe as bandas que farão parte da sua seleção de músicas. Por exemplo: The Doors, Janis Joplin, Pink Floyd, The Who e Beatles. Cinco pra começar. O site toca aleatóriamente todas as músicas das bandas citadas, como se tivesse um DJ mesmo, selecionando-as pra você. Você pode adcionar mais bandas depois e o próprio site te recomenda algumas, baseado no seu estilo, por exemplo: Jimy Hendrix? Joe Cocker? Credence? Jethro Tull? e por aí vai...

Ainda não tem bandas brasileiras... pelo menos algumas que tentei não tinham. Além de selecionar suas bandas, você pode, se quiser, classificar algumas músicas, todas organizadas por discos, das que você gosta muito e quer que toque sempre, as que você acha legal e as que você prefere que não toquem.

Pra quem quer fazer uma festinha e tem como ligar o laptop numas caixas de som maiores é uma boa, além do fato de não ter que ficar trocando toda hora de CD. Ou ligar o laptop enquanto joga um poker com os amigos...

E pra não ficar tudo muito farofado, dependendo da sua seleção de bandas, você pode criar várias rádios, dependendo do estilo de cada uma. Vale a visita. Dá uma olhada no post abaixo!

Jango!

olha ai!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Super Interessante Especial


Comprei hoje na banca uma Super Interessante especial: Guia das Novas Tecnologias. Tentei achar uma foto da capa da revista no site, mas não consegui. Mas recomendo pra quem se interessa nas novidades tecnológicas: TVs, celulares, gps, iphone, câmeras digitais, filmadoras, etc, etc.

Tem uma previsão, tipo linha do tempo, até 2030 assustadora.

Músicas no Google

Mais uma novidade do Google: Google Music Search !

Dica: Raul Seixas - "Meu amigo Pedro"

Pcs x Macs

Propagandas da Macintosh contra os PCs. Muito bom!