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terça-feira, 7 de junho de 2011
Digitadores Virtuais R$ 2.000,00
Acompanho sempre o Click Macaé para melhores oportunidades de trabalho na região. Todos os dias surgem diversas vagas em diferentes áreas, principalmente em Macaé, devido a grande quantidade de empresas voltadas para o mercado offshore. Hoje me supreendi com a vaga de digitadores virtuais. Isso mesmo. Você trabalha em casa digitando textos e os envia para a empresa responsável. São 50 vagas. Pra quem está parado sem fazer nada no computador, é uma boa pedida e o salário médio é de R$ 2.000,00, segundo o site. Acredito que seja este valor de acordo com a produção.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Sociedade e Internet

Cada vez mais nos tornamos mais dependentes da tecnologia e da internet. Smartphones, ipads, notebooks, GPS, PCTV, dentre outros são apenas alguns exemplos de que estamos cada vez mais conectados às informações e entretenimentos da rede. A pergunta que lanço é a seguinte: Estamos preparados para todas estas possibilidades da internet? Quantos porcentos utilizamos de toda capacidade que esta ferramenta nos oferece? A população sabe usá-la?
A internet oferece conteúdo de todos os tipos para todos os gostos. A mesma internet da revolução digital atende aos interesses do mundo capitalista e vice-versa. Aos olhos dos internautas libertários, lá no início da grande rede no Brasil, por volta de 1995/6, a capacidade de troca de informações e publicação de sites, apontava para tempos melhores politicamente. Existia assim, este espaço onde poderíamos criar e escrever nossas idéias, trocar experiências, conhecer pessoas de lugares diferentes, cidades, estados e até países. Acessar jornais, portais e aumentar o nível de informações que tínhamos quando dependíamos exclusivamente de jornais impressos e das notícias de TV. Notícias e fotos do mundo do Rock eram iguarias para quem possuía internet em seu computador.
Quando comecei a me interessar por leitura e o acesso aos clássicos da literatura era algo raro nas livrarias de Campos, a internet era a própria biblioteca com um vasto universo e campo de pesquisa em minha adolescência sobre Ditadura Militar, Socialismo x Capitalismo, Revolução Russa, Movimento Hippie, Contracultura, Beatniks, Jim Morrison, etc. Tudo isso na época em que o acesso a internet era exclusivamente pela Faculdade de Direito de Campos e discado. Levava-se, às vezes, horas para se conseguir conectar. Existia um número limitado de pessoas que podiam-se conectar, então se estivesse lotado era preciso esperar alguém "cair" ou desconectar-se da internet. Aquele barulhinho infernal do computador se conectando por conexão discada era música para os ouvidos naquela época. Isso porque só podíamos conectar depois da meia-noite ou domingo, quando contava-se 1 (um) pulso telefônico, para a conta de telefone não vir cara.
Anos depois chegou em Campos os primeiros números da coleção (mal traduzida) Martin Claret. Lembro que custava algo em torno de 7 reais. Foi uma febre entrar na Noblesse e gastar mais de 100 reais com os clássicos da Martin Claret. Já não se dependia exclusivamente da internet para este tipo de informação. Entretanto, as possibilidades da web ainda eram muitas. Baixar uma música levava quase 1 hora, mas valia apena. E as ideias fervilhavam na cabeça com as possibilidades da rede.
Hoje temos as Redes Sociais, Google Earth, Twitter, Blogs, programas de troca de arquivos, banda larga e parece que a sociedade ainda engatinha com a internet. As eleições vêm e vão e nada muda. Não há organização e maior politização das pessoas. As pessoas não passaram a ouvir músicas boas, continuam dependentes das músicas que tocam na TV ou na rádio local.
De fato ficou mais fácil de organizar movimentos sociais. Fiz parte do Movimento Estudantil já em tempos de internet, com grupos de discussão e troca de e-mails com militantes de outras universidades. Ainda não tinha Orkut naquela época. Fazíamos encontros e reuniões em outras cidades e estados. Difícil imaginar como se fazia Movimento Estudantil na década de 70 sem internet e celular.
As redes sociais (Orkut especificamente) permitem as pessoas a se conectarem com pessoas que possuam os mesmos interesses. Antigamente era possível no mIRC ou em chats. No mIRC podía-se criar salas específicas por assuntos, convidar pessoas e ali ser um espaço para um debate específico.
O Orkut vai além ainda, permitindo que antes de você viajar para algum lugar possa descobrir pousadas ou lugares interessantes de ir, além de perguntar diretamente às pessoas que fazem parte da comunidade. Porém, algumas comunidades mal tem fóruns ativos sobre tal lugar ou quando tem sempre aparece alguém para atrapalhar a discussão. Vide a comunidade de Campos dos Goytacazes.
Há algum tempo o Estado forneceu notebooks com internet aos professores para utilizarem o computador em sala de aula e para pesquisa. O engraçado, para não dizer trágico, é que muitos professores não sabiam sequer como usar este computador. Não faço ideias de como são as aulas hoje no Ensino Médio, mas imagino que poderíam ser muito interessantes com todos os recursos que a internet proporciona.
Sou totalmente a favor dos downloads e da troca de arquivos como forma de se disseminar a cultura. Não compro CD há mais de 10 anos. Abandonei as locadoras de vídeo quando o seriado Lost lançava sua 2º temporada (2005/2006), pois estava ficando caro alugar aquele monte de DVD e não dar conta de assistir. Optei por baixar da internet. Ainda hoje quando comento sobre minhas séries preferidas ouço algumas pessoas: "Ah, mas isso passa em que canal? Lá em casa não pega esse...".
A poderosa rede ainda é pouco explorada. Fico imaginando como seria pra mim ainda estar limitado ao que os meios convecionais podem me oferecer de informação. Ler bestellers, assistir a programação da TV aberta aos domingos, ouvir o pagode ou os sertanejos das rádios locais, ir à igreja, consumir o que é convencional, etc.
A internet está cheia de documentários que nunca irão estar disponíveis em locadoras da nossa cidade, livros, blogs, séries, filmes e música que não estão em nenhuma prateleira num raio de 300 km de nossa cidade. Algumas coisas com muito custo se achará nos grandes centros. As comunidades no Orkut deveriam ser espaço de troca de informações, críticas e sugestões aos restaurantes, lojas, bares, políticos, escolas, universidades, empresas, lojas, supermercados, produtos, etc. Vê-se que muito pouco é feito ou mal-utilizado. Os próprios empresários nem sabem como utilizá-la. Não possuem site, não querem ouvir a opinião dos consumidores, não tem sequer fotos.
A internet pode servir para milhares de coisas, não só para entretenimento. Como mencionado no início, da organização de movimentos sociais, culturais, libertários e políticos aos interesses de empresários e corporações. Por não possuir uma censura prévia, a internet está muito mais do lado do povo do que do capital. O problema é que nem o povo nem os empresários sabem como melhor utilizá-la. Existem muitos ativistas na internet, blogs ativos, comunidades, etc. O interessante é perceber nas pessoas "normais" à nossa volta o quanto disso tudo já ou ainda não afetam à elas. Talvez o dia em que houver este tipo de efeito, estaremos mais seletivos quanto às nossas escolhas e com os pés no chão, caminhando e andando de cabeça erguida em nossa sociedade.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Porões da Ditadura
É por essas e outras que não acredito em nada neste país. Veja no vídeo abaixo trecho da entrevista do General Leônidas Pires Gonçalves à Globo News sobre o período da Ditadura Militar. O General comandou o DOI-CODI entre 1974-1977 e admite na cara dura que não houve tortura naquela época. Irônico é ver a Globo que cresceu graças à ajuda dos militares na Ditadura promovendo esse tipo de entrevista. Irônico é ver a campanha do Governo Federal de busca pelos desaparecidos durante o período militar. Triste é saber que nenhum dos militares será punido e que viverão os últimos dias de suas vidas livres e impunes dos crimes cometidos. E ainda tem gente que acredita em justiça contra os poderosos. É o fim.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Cônsul do Haiti perde diplomacia
Assistam o vídeo dessa reportagem sobre o Cônsul do Haiti, que foi transmitido várias vezes na televisão após a tragédia do Haiti. Até pensei que fosse passar impune. Agora, o pior de tudo é o final da reportagem, vendo o SBT tentando justificar as palavras do Cônsul. Quanto devem ter levado nessa?
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Apenas Marionetes

Já participei de algumas discussões sérias, mesmo de mesa de bar, de grupos de pessoas engajadas, de certa militância virtual cultural e real, já tive outros blogs, já fiz parte do movimento estudantil e de partido político. Já participei de manifestações, marchas, encontros políticos, estudantis, etc. Tudo isso como forma de melhorar alguma coisa ao meu redor. E confesso que ainda me angustio com a realidade ao meu redor e esse blog é uma das formas que tenho de expor um pouco o que eu penso. Claro que nada aqui contribui diretamente para nenhuma mudança no cenário político, econômico e cultural em que vivemos.
Somos apenas marionetes no mundo. Vejo o mundo de forma pessimista e acho graça das formas de se pensar melhorias para a sociedade. Vejo gente querendo contribuir com alguma coisa, querendo fazer trabalho voluntário, querendo entrar pra partidos ou criando projetos sociais ou ONGs como forma de se melhorar alguma coisa. Melhoras são possíveis sim, mas querer mudar alguma coisa é algo mais difícil e ninguém realmente quer ou acredita ser possível.
Inclusive, grandes camaradas meus acreditam na disputa pelo poder. Mudança através de eleições no atual sistema econômico em que vivemos. Esse filme já foi visto muitas vezes e eu não acho a mínima graça vê-lo de novo. Por outro lado, propor mudanças radicais soa como ingenuidade ou utopia.
Estava lendo na Revista Cult de dezembro (Samuel Beckett) sobre um projeto de uma biblioteca numa comunidade carente como forma de aproximar as pessoas daquele lugar aos livros. Projeto louvável a princípio, assim como, talvez, trabalho voluntário com profissionais de saúde. A questão é que para muitas pessoas a ideia se fecha nesse momento. Põe-se um ponto final e tudo se resolve. Como resolver o acesso das crianças daquela comunidade a educação de qualidade? Do emprego aos pais? A qualificação? O problema da violência que atinge não só lá, mas a toda cidade? A biblioteca é suficiente? A ONG é suficiente? O voluntariado é suficiente? Não é.
Levar cultura e esportes ajuda um pouquinho, mas não resolve problemas estruturais que precisam ser resolvidos (acesso a saúde de qualidade, educação e oportunidades de emprego).
Há quase 2 meses assisti ao documentário Zeitgeist II Adenddum e escrevi alguma coisa aqui. De lá pra cá sempre penso nas possibilidades de mudança na sociedade de acordo com o Projeto Vênus. O Projeto Vênus consiste no avanço da sociedade através da tecnologia e do desenvolvimento sem utilização do capital (dinheiro/moeda). É literalmente a extinção do maior atraso da humanidade: o dinheiro. A proposta do idealizador do projeto (Jacque Fresco) é que o mundo possa finalmente evoluir e se desenvolver sem os entraves do dinheiro e do sistema capitalista. A ideia é completamente louca a princípio e sem sentido e pra quem assiste ao documentário a sensação é de pisar em nuvens.
A justificativa é que já temos tecnologia para muitas coisas, inclusive cura de doenças, acabar com a fome, o desemprego e dar educação e saúde para toda população do mundo, dentre outras coisas. E a coisa é mais simples do que se possa imaginar. Entretanto, o problema são as Corporações e a própria população que já tão massificada não acreditaria ou entenderia a possível mudança.
Sem o dinheiro trabalharíamos sem receber um centavo. Você cozinheiro, mecânico, técnico em informática, médico, dentista, professor, motorista, cientista, etc, trabalharia "de graça" e em troca teria acesso a muitas outras coisas que hoje são necessárias através do dinheiro.
Temos tecnologia hoje para fazermos metrô, trem bala, duplicar ou triplicar rodovias, construir navios, alimentar toda população e viver de forma confortável e sustentável. Poderíamos ir de Campos ao Rio em 1 hora ou menos por metrô. Seria mais rápido e muito mais seguro. Não precisaríamos correr riscos nas estradas, perder tempo em engarrafamentos, confusões de trânsito, etc. Poderíamos viajar muito mais e adquirir muito mais cultura visitando outros lugares. Tudo isso a custo zero.
Uma das minhas dúvidas era: como fazer para que o trabalhador se sinta motivado se ele não vai ter salário? A resposta é mais simples do se possa imaginar: Precisamos de dinheiro para comprar remédios, alimentos, roupas, e gastar com lazer da maneira que bem entendemos. Se tivermos acesso a tudo isso (coisa que a grande maioria da população não tem) trabalharemos motivados. Hoje temos vários profissionais com Ensino Superior desempregados. Seja porque os empresários não querem contratar para economizar, por "N" razões (gastos com impostos e direitos trabalhistas ou por questão de lucro), ou também porque o governo não consegue abarcar a quantidade de profissionais que se forma hoje no mercado. Com o fim dos impostos e o dinheiro, todos trabalhariam e ajudariam na sociedade de forma geral. Em troca teriam conforto, lazer, alimento e roupa. Um exemplo burguês seria: Todas as casas poderiam ter ar condicionado 24 horas nesse calor infernal que tem feito. Exatamente como as casas nos Estados Unidos. Existe tecnologia para ar condicionado, certo? Existe um monte de gente parada, certo? Chamem essas pessoas para trabalhar e se qualificar.
Segue mais um exemplo: O cozinheiro trabalha 5 horas por dia no restaurante. Faz comida para todos que estão com fome e lá querem comer. Em troca ele ganha atendimento médico gratuito, odontológico, direito a ir em qualquer loja num shopping e pegar a roupa que ele precisar, ir a algum bar ou restaurante e também consumir o quanto quiser. Nas férias poderá viajar a qualquer cidade que lhe seja agradável. Poderá se hospedar onde quiser. A pergunta é: esse profissional será ou não mais motivado do que no atual sistema em que trabalha 8 horas por dia, 5 vezes por semana, é explorado e não tem acesso a todo conforto que gostaria?
As pessoas não precisarão trabalhar tanto quanto hoje. E terá espaço para todos contribuirem com seu conhecimento. Mais universidade e escolas poderão ser criadas. Mais chances das pessoas estudarem. Mais médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos nos hospitais. A burocracia não existiria mais. Alguns empregos seriam extintos. Outros seriam criados. As máquinas através do avanço da ciência e tecnologia assumiram muitas coisas. Não teriam mais garis por exemplo. Carros limpariam nossas ruas. Teria muito mais educação e cultura. A sociedade não sofreria com os entraves das dificuldades do capital, como o hospital que teve a luz cortada porque a prefeitura não pagou ou a rua que está esburacada porque não tem verba para refazer o asfalto, ou as rodovias que matam centenas porque não têm verba para serem duplicadas. Ou as pessoas que morrem porque não conseguiram atendimento pelo SUS.
Não sei quando as pessoas vão acordar para isso e como mudar tudo isso em que vivemos. Talvez nem haja mesmo uma forma de mudar. Talvez as coisas fiquem piores do que já estão. Esse sistema talvez tenha falhas, assim como o atual em que vivemos, mas cabe a todos nós começarmos a pensar em algo diferente. E apesar de tudo, uma coisa é certa: enquanto vivermos em busca do lucro a qualquer custo, do sonho burguês individual, da competição acirrada e de toda ganância, inveja e mesquinharia que são produtos do capitalismo, estaremos completamente fodidos. Enquanto reproduzirmos esse discurso capitalista que vemos ser repetido diversas vezes na televisão e na mídia ou pelos políticos e seus partidos caminharemos ainda por muito tempo na lama como marionetes das marionetes.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Drogas

Essa semana assisti a uma palestra de uma enfermeira no Senac sobre drogas. Falar sobre drogas sempre foi um tema complicado e exige um certo bom senso e criticidade para a coisa. Na verdade, sou da opinião que se você tem algo interessante a falar fale, se não, cale a boca. Não tolero falas, perguntas ou palestras que não me acrescentem nada. Detesto repetição ou embromação. Na verdade, no caso dela, não foi embromação, mas falta de criticidade mesmo. Falar sobre drogas como forma de "endemonizar" a coisa é a maior besteira. Querer "conscientizar" também é outra coisa furada que professores e pedagogos adoram. Dizer que elas causam isso e aquilo e que você com certeza vai morrer usando-as é outra falcatrua. Sem contar aquele papo de que o álcool leva a todas as outras drogas mais pesadas. Só faltou dizer do tráfico que é sustentado pelos usuários de drogas (típico argumento de quem assiste religiosamente o Jornal Nacional) ou como no filme Tropa de Elite Capitão Nascimento vomita suas verdades.
Não seria mais interessante falar do uso das drogas com uma visão antropológica e política da coisa? Ou poética? Como as drogas influenciaram determinados artistas, músicos, escritores, poetas, etc? Como a mídia se esforça para passar uma visão demoníaca dos usuários de drogas? Ou poderíam abordar as smart drugs... Os rituais xamãnicos dos índios, a literatura de Carlos Castañeda e daí sim, talvez, trazer estudos novos sobre os efeitos adversos delas no organismo. Mas palestrinha com tudo catado de internet sobre como elas fazem mal é uma puta baboseira! Ao invés de encheção de linguiça, deixa a galera fumar o cigarrinho de artista na paz!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Rio Sem Fumo começa hoje!

Começa nesta quarta-feira a lei e campanha Rio Sem Fumo em todo o Estado do Rio de Janeiro. Se não fosse pela falta de educação e bom senso dos fumantes, talvez, a lei nem precisasse existir. Mas como tudo tem que virar lei para que seja respeitado e o povo assim educado, a lei será muito bem-vinda. Os não fumantes agradecem.
As campanhas anti-fumo já demonstram um número bem mais reduzido de "novos fumantes". Anos atrás era muito mais comum ver adolescentes fumando. Não que não existam mais, mas consideravelmente o número diminuiu. A modinha de fumar vai acabando aos poucos. Não que eu seja careta e tenha um discurso pró-saúde, mas o adolescente que começa a fumar para aparecer, mostrar que já "sabe fumar", ser o descolado, no fundo é a coisa mais paga pau que existe para a indústria do tabaco.
E mais paga pau ainda é depois de uns três a cinco anos perceber que não consegue mais parar de fumar, porque depende daquilo ou porque é uma válvula de escape da ansiedade. Entretando, o viés aqui nem é esse, mas ficar livre da fumaça que apodrece os ambientes. Espero que a lei seja cumprida e "pegue".
Mais informações:
"Acabou a contagem regressiva. A partir de agora é proibido fumar em ambientes fechados de uso coletivo no Estado do Rio. A Lei 5.517/09 entra em vigor para ajudar a conter os malefícios do fumo passivo, a terceira causa de morte evitável do mundo, atrás apenas do tabagismo ativo e do consumo excessivo de álcool.
A fiscalização começa nesta quarta-feira, dia 18 de novembro, e vai ser feita por agentes dos órgãos de vigilância sanitária estadual e municipais. A população também vai poder ajudar o Rio a respirar melhor.
Quem presenciar o descumprimento da lei poderá alertar as autoridades pelo Disque Rio Sem Fumo (0800 0220022), ou ainda pelo site www.riosemfumo.rj.gov.br , onde haverá um formulário de denúncias e opções para envios de vídeos e fotos.
Saiba onde pode ou não fumar no Estado do Rio:
Boates, Bares, lanchonetes e restaurantes - Não é permitido fumar no interior desses estabelecimentos. Nenhum tipo de fumódromo ou área reservada para fumantes está autorizado. O cigarro será permitido somente em mesas na calçada, desde que a área seja aberta e haja algum tipo de barreira, como janelas fechadas e parede, que impeçam a fumaça de entrar no estabelecimento. No caso de toldo sobre as mesas, permite-se o fumo se as laterais e a frente do mesmo estiverem livres para circulação do ar.
Transportes - Não é permitido fumar em táxis, ônibus, metrôs, trens e barcas.
Ambiente de trabalho - Não é permitido fumar no interior desses lugares. Nenhum tipo de fumódromo está autorizado.
Hotéis, motéis e pousadas - Não é permitido fumar nas áreas fechadas de uso comum desses estabelecimentos, como saguões de entrada, corredores e restaurantes. A lei não proíbe fumar no interior dos quartos.
Escolas e universidades - Não é permitido fumar nas áreas fechadas de uso comum dessas instituições, como salas de aula, corredores e refeitórios. O fumo está liberado somente nas áreas ao livre de universidades.
Shoppings - Não é permitido fumar no interior desses lugares. Nenhum tipo de fumódromo está autorizado. Nas áreas ao ar livre, como estacionamentos sem cobertura, fumar é permitido.
Praças e parques - O fumo está liberado nas áreas ao ar livre de parques e praças.
Praias - o fumo é permitido na areia e em quiosques abertos."
Fonte: http://www.riosemfumo.rj.gov.br/site/conteudo/noticia.asp?EditeCodigoDaPagina=30
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Bem vindo ao Real!

Sim, o título é uma referência ao livro do Zikek, Bem vindo ao deserto do Real, mas tem mais a ver com o que estou realmente sentindo agora depois de uma breve pausa do documentário Zeitgeist II: Addendum.
O documentário é simplesmente chocante e pra deixar qualquer um aéreo durante um bom tempo. A referência ao termo lacaniano é justamente pelo estado de estupefação. Ainda faltam 40 minutos para terminar o documentário. Vale lembrar que é um segundo filme e que vale muita apena assistir ao primeiro antes.
O filme fala do sistema monetário e de todos os contratempos inerentes a ele seja no sistema capitalista ou no socialista. E a proposta que se segue é a do Projeto Vênus. Sugiro que você que está lendo isso aqui arrume este filme pra ontem! Todos devem assistir.
Para assistir na net:
Para fazer o download, aqui.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Questões socias e rumos da sociedade
Estava lendo agora um artigo chamado "Lutas antigas insistem em novos rumos para a sociedade" (pg. 10-11) do Conselho Federal de Psicologia, e estava me indagando por quê é tão difícil das coisas mudarem no Brasil. Falo daqui porque é onde estou e onde posso acompanhar de perto as coisas que ocorrem. Educação, Justiça, Cultura, Saúde, Sociedade... será que são coisas tão difíceis de serem transformadas? Os problemas sociais de violência, pobreza, miséria, a falta de preparo de professores, pedagogos, psicólogos, assistentes sociais, gestores, vereadores, prefeitos, governadores, dentre outros, reflete a falta de organização ou desestrutura de todas as instituições sociais.
Temos a má vontade dos gestores municipais, estaduais e federais. Não há verba para nada. Tudo demanda muito investimento e é dito que não há recurso. Muito dinheiro é desviado, roubado ou mal investido. Vivemos na fantasia da sociedade livre e democrática. A formação dos professores é decadente. Alguns afirmam em plena sala de aula que nem gostam de ler. A educação não funciona. Não temos incentivo a cultura. No máximo um show aqui e outro ali numa praça. As peças de teatro são caras. Ler é chato.
A televisão aberta anda para trás. Novelas e programas de auditório embriagam o povo de alienação. O sonho das meninas é engravidar e sair de casa o quanto antes, para ter "liberdade". Os postos de saúde não tem remédios, médicos qualificados, equipe multiprofissional de saúde. O SUS paga mal e assim gera mal atendimento, faltas, etc. Os hospitais estão lotados. Os profissionais são mal preparados. Os médicos receitam sem nem saber o nome do paciente ou olhar no seu rosto.
O transporte público é ruim. Os presídios não tem estrutura de "reeducação" ou "resocialização" dos internos. Os manicômios continuam como chiqueiros humanos e isso é normal. A cidade cresce e a violência também. Toda eleição temos promessas que nossa cidade, nosso estado e o país vão melhorar. Todos acreditam, todos votam.
Teremos Olimpíadas e Copa do Mundo. Pra isso temos dinheiro. Não temos incentivo ao esporte, mas temos grana pra bancar eventos como estes. Temos crianças nas ruas, trabalho infantil, desemprego, doenças, sintomas psicossomáticos, medicalização da vida.
O Estado investe na repressão ao crime, mas não consegue pensar em como evitar que crianças e adolescentes caiam na criminalidade. Não consegue pensar em escolas, creches e programas sociais com esporte, educação, lazer e saúde para as famílias das comunidades pobres. Não consegue pensar em oficinas para formação de mão de obra qualificada. Não consegue gerar empregos. Mas o mercado imobiliário cresce, as faculdades particulares também. A economia dos ricos vai bem. Fala-se em empreendedorismo, liderança e que o pobre é preguiçoso. Compra-se carros blindados, cercas elétricas, grades, "insulfim", serviços de vigilância, alarmes e micro chips.
Se o Estado, assim como seus gestores e o serviço público fossem sérios, as questões sociais seriam bem menos graves. Juntando o ideal capitalista, do lucro a qualquer preço, os programas de televião das Tvs abertas, a religião que se mete em tudo quanto é segmento da sociedade, e nosso jeitinho brasileiro de fazer política temos o país do jeito que está e caminhando a passsos largos pra algo bem pior.
Temos a má vontade dos gestores municipais, estaduais e federais. Não há verba para nada. Tudo demanda muito investimento e é dito que não há recurso. Muito dinheiro é desviado, roubado ou mal investido. Vivemos na fantasia da sociedade livre e democrática. A formação dos professores é decadente. Alguns afirmam em plena sala de aula que nem gostam de ler. A educação não funciona. Não temos incentivo a cultura. No máximo um show aqui e outro ali numa praça. As peças de teatro são caras. Ler é chato.
A televisão aberta anda para trás. Novelas e programas de auditório embriagam o povo de alienação. O sonho das meninas é engravidar e sair de casa o quanto antes, para ter "liberdade". Os postos de saúde não tem remédios, médicos qualificados, equipe multiprofissional de saúde. O SUS paga mal e assim gera mal atendimento, faltas, etc. Os hospitais estão lotados. Os profissionais são mal preparados. Os médicos receitam sem nem saber o nome do paciente ou olhar no seu rosto.
O transporte público é ruim. Os presídios não tem estrutura de "reeducação" ou "resocialização" dos internos. Os manicômios continuam como chiqueiros humanos e isso é normal. A cidade cresce e a violência também. Toda eleição temos promessas que nossa cidade, nosso estado e o país vão melhorar. Todos acreditam, todos votam.
Teremos Olimpíadas e Copa do Mundo. Pra isso temos dinheiro. Não temos incentivo ao esporte, mas temos grana pra bancar eventos como estes. Temos crianças nas ruas, trabalho infantil, desemprego, doenças, sintomas psicossomáticos, medicalização da vida.
O Estado investe na repressão ao crime, mas não consegue pensar em como evitar que crianças e adolescentes caiam na criminalidade. Não consegue pensar em escolas, creches e programas sociais com esporte, educação, lazer e saúde para as famílias das comunidades pobres. Não consegue pensar em oficinas para formação de mão de obra qualificada. Não consegue gerar empregos. Mas o mercado imobiliário cresce, as faculdades particulares também. A economia dos ricos vai bem. Fala-se em empreendedorismo, liderança e que o pobre é preguiçoso. Compra-se carros blindados, cercas elétricas, grades, "insulfim", serviços de vigilância, alarmes e micro chips.
Se o Estado, assim como seus gestores e o serviço público fossem sérios, as questões sociais seriam bem menos graves. Juntando o ideal capitalista, do lucro a qualquer preço, os programas de televião das Tvs abertas, a religião que se mete em tudo quanto é segmento da sociedade, e nosso jeitinho brasileiro de fazer política temos o país do jeito que está e caminhando a passsos largos pra algo bem pior.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Empregabilidade e cursos de nada
Cada vez me convenço da grande farsa ou pilantragem quando o assunto é mercado de trabalho, empregabilidade, empreendedorismo, liderança, etc. As pessoas estão sempre repetindo esses discursos e se você está desempregado é porque precisa se qualificar mais. O que parece é que esta qualificação não tem fim. O problema da falta de emprego é deslocado para as pessoas, vira um problema pessoal, individual e não da estrutura econômica ou social. O trabalho é colocado no lugar do sonho de consumo, a coisa mais pazerosa que temos e deve ser visto dessa forma pelos empregadores. E ao invés de alguém questionar isso, simplesmente vestem a camisa da empresa e vão pra entrevista de trabalho com o textinho decorado dizendo-se workaholics, que não aguentam ficar em casa no final de semana, porque sentem que precisam fazer algo, produzir alguma coisa, trabalhar.
Voltando ontem pra casa, ouvindo DRI no carro, reparei na letra:
I stayed at home today
And I'm not going back to work
Money Stinks... Money Stinks
Quanto aos "cursos de nada" oferecidos por instituições, empresas e pós-graduações da vida, servem única e exclusivamente pra fazerem você de otário. Sempre que faço um curso assim ou assisto a uma aula, faço uma auto-avaliação pra saber se aquilo mudou alguma coisa em mim. Como eu era antes e depois do curso. Mas a pilantragem rola solta. E o pior é que tem gente que paga por ela. Coloca no currículo para dar aquela engordada. Tem profissional cara de pau que se candidata para ministrar cursos, dar aulas, etc. Tem professor que nem gosta de ler. E o mercado de trabalho diz, você precisa se atualizar! Não adianta só (só??) ter aquela faculdade de 5 anos. É preciso ter uma especialização! Se não conseguir nada é porque precisa falar mais de 3 idiomas hoje em dia. Ah, e o Mestrado também já passou da hora, não é? E por aí vai...
Voltando ontem pra casa, ouvindo DRI no carro, reparei na letra:
I stayed at home today
And I'm not going back to work
Money Stinks... Money Stinks
Quanto aos "cursos de nada" oferecidos por instituições, empresas e pós-graduações da vida, servem única e exclusivamente pra fazerem você de otário. Sempre que faço um curso assim ou assisto a uma aula, faço uma auto-avaliação pra saber se aquilo mudou alguma coisa em mim. Como eu era antes e depois do curso. Mas a pilantragem rola solta. E o pior é que tem gente que paga por ela. Coloca no currículo para dar aquela engordada. Tem profissional cara de pau que se candidata para ministrar cursos, dar aulas, etc. Tem professor que nem gosta de ler. E o mercado de trabalho diz, você precisa se atualizar! Não adianta só (só??) ter aquela faculdade de 5 anos. É preciso ter uma especialização! Se não conseguir nada é porque precisa falar mais de 3 idiomas hoje em dia. Ah, e o Mestrado também já passou da hora, não é? E por aí vai...
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Rio vai sediar Olimpíadas

Saiu hoje o resultado de quem vai realizar as Olimpíadas de 2016: o Rio de Janeiro. Os principais portais de notícia deram destaque a notícia, exibindo a felicidade dos cariocas, como primeira cidade da América Latina a sediar este evento. O Brasil gastará R$ 25,9 bilhões, segundo o site do UOL, nesta Olimpíada. E dois anos antes das Olimpíadas(2014,) o Brasil será sede também da Copa do Mundo.
Um país com tanta pobreza e extrema dificuldade de lidar com questões como saúde, educação e emprego, vai desembolsar bilhões num evento de alguns dias que não vai resolver nada dos problemas mais emergentes que temos aqui. Enquanto isso o povo vai às ruas comemorar. Aliás, tudo aqui é motivo para uma festa. Mais um carnaval fora de época, mais um joguinho de futebol, a chance de muitos verem a Seleção de Futebol jogar.
Já dizia o Gordo no excelente "RDP - Ao Vivo": "Todo mundo trabalha e se fode o ano inteiro, chega no carnaval, É Globeleza! Globeleza!"
Será que ninguém vê a inutilidade de sediar uma Copa do Mundo ou uma Olimpíada? Tudo bem que esporte é legal, mas investir bilhões, enquanto tem gente morrendo na fila do SUS, porque não tem atendimento? Enquanto não tem emprego? Enquanto o país não consegue se estruturar decentemente? Enquanto nossa educação é péssima?
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Barretos

Impressionante a audiência que a mídia nacional tem dado a este rodeio e de forma acrítica. Imagino quanto capital não esteja envolvido nessa divulgação e propaganda de uma coisa tão besta e sádica que é fazer as pessoas de divertirem com o sofrimento de um animal.
dica: www.odeiorodeio.com
Protesto contra "NO LIMITE E REDE GLOBO" marca sexta-feira na capital paulista!
"Nesta sexta-feira, dia 28 de agosto de 2009, os coletivo: ativismo.com, Odeio rodeio e outros ativistas independentes pela defesa animal, se reuniram para protestar em frente à sede da Rede Globo de Televisão em 4 estados diferentes, sendo eles: São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, e Rio Grande do Sul.
A indignação tomou conta de um grande número de pessoas e grupos de defesa animal. A Rede Globo de Televisão, famosa pela manipulação de notícias, nos brinda agora com baixarias criminosas em busca de pontos na audiência."
Fonte: http://www.ativismo.com
domingo, 16 de agosto de 2009
A Carne é fraca

Acabei de assistir pela segunda vez o documentário "A Carne é Fraca", do Instituto Nina Rosa, que mostra a realidade dos abatedouros e os efeitos do consumo de carne no meio ambiente.
Os argumentos são interessantes e a lógica da escravidão dos animais, vistos como produtos e não vidas, é exposta de maneira bem crua. A produção em série, a crueldade, a matança em torno de uma cultura em que devemos comer carne com algo natural, é interessante de ser analisada.
Não quero colocar também que não comer carne seja o certo. Acho que a discussão não deve nem caminhar por aí ou tomar forma como uma coisa fanática, como muitos a vêem. Mas trata-se de tomar partido, se posicionar frente a uma questão em que você não é obrigado a seguir o que todo mundo faz.
Outras fontes de proteína e ferro são possíveis sem derramar sangue de nenhum animal. A variedade de comidas vegetarianas também é muito grande. Difícil é mesmo largar o hábito de comer carne, olhar em volta e ver que a sociedade toda come carne, menos você e mais alguns.
Deveria ter mais opções em restaurantes e lanchonetes para os vegetarianos. Nas festas, nos casamentos, etc. Esses argumentos sem assistir ao documentário há 3 meses atrás não surtiriam nenhum efeito em mim. Ver a realidade faz toda a diferença, assusta, incomoda. Vejo este filme como uma importante ferramenta a ser divulgada em escolas, grupos, cinemas, etc.
Para assistir no youtube, clique aqui.
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domingo, 3 de maio de 2009
Notícias sobre o carnaval?
Bem que tentei, mas não obtive nenhum sucesso em conseguir notícias sobre o carnaval fora de época em Campos. A cobertura dos jornais locais e principais blogs da cidade foi péssima. Os jornais locais apenas informaram sobre os horários, quem iria desfilar e quem não iria e falaram um pouco sobre o histórico das escolas.
Não fui ver o desfile por receio de confusão e brigas, assim como a gente sempre sabe que acontece em eventos gratuitos na cidade e festas como a Festa de São Salvador. Não quero pensar que Carnaval em Campos não existe. Me parece um pouco hipócrita falar isso sem conhecer, mas realmente não quis arriscar. Fiquei esperando retorno dos meios de comunição locais sobre como estavam os desfiles e não soube de nada. Espero ainda que saia um "balanço" da festa. Quem sabe nos próximos anos que houver carnaval fora de época na cidade possa ver de perto algum bloco, boi ou desfile, enquanto isso não troco o Carnaval do Rio por nada.
Não fui ver o desfile por receio de confusão e brigas, assim como a gente sempre sabe que acontece em eventos gratuitos na cidade e festas como a Festa de São Salvador. Não quero pensar que Carnaval em Campos não existe. Me parece um pouco hipócrita falar isso sem conhecer, mas realmente não quis arriscar. Fiquei esperando retorno dos meios de comunição locais sobre como estavam os desfiles e não soube de nada. Espero ainda que saia um "balanço" da festa. Quem sabe nos próximos anos que houver carnaval fora de época na cidade possa ver de perto algum bloco, boi ou desfile, enquanto isso não troco o Carnaval do Rio por nada.
sábado, 21 de março de 2009
"Liceísta, com muito orgulho!"
Lendo agora de manhã uma matéria sobre o protesto que foi realizado ontem em frente ao Liceu de Humanidades de Campos, pelos estudantes do Liceu, contra os novos uniformes que a Secretaria de Educação entregou aos alunos, me fez relembrar quanto era lamentável estudar no Liceu. Tudo bem que ninguém deveria nunca aceitar usar um uniforme, mas protestar dizendo que o aluno do Liceu não pode se igualar às outras escolas com o mesmo uniforme? Hilário. Tudo bem que o novo uniforme deve ser de péssimo gosto, com design pior ainda (ainda não vi qual é o uniforme), mas... Aonde eles pensam que estudam? Harvard??
O Liceu sempre teve um autoritarismo ridículo quanto aos uniformes, sempre desrespeitou os alunos, é uma escola fraca assim como todas as públicas... orgulho de quê??
O Liceu sempre teve um autoritarismo ridículo quanto aos uniformes, sempre desrespeitou os alunos, é uma escola fraca assim como todas as públicas... orgulho de quê??
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