sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Rock e Blues no Folha Seca

Para não deixar passar batido na divulgação de eventos da cidade, segue a dica de hoje: BETINHO ASSAD POWER TRIO e mais duas bandas no FOLHA SECA às 21h. O ingresso custa R$ 10,00. Infelizmente não tenho o cartaz do evento aqui, mas pode ser visto nos blogs recomendados à sua direta e mais abaixo: Azeredos e Furtados. Postando do trabalho via e-mail.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Sociedade e Internet


Cada vez mais nos tornamos mais dependentes da tecnologia e da internet. Smartphones, ipads, notebooks, GPS, PCTV, dentre outros são apenas alguns exemplos de que estamos cada vez mais conectados às informações e entretenimentos da rede. A pergunta que lanço é a seguinte: Estamos preparados para todas estas possibilidades da internet? Quantos porcentos utilizamos de toda capacidade que esta ferramenta nos oferece? A população sabe usá-la?

A internet oferece conteúdo de todos os tipos para todos os gostos. A mesma internet da revolução digital atende aos interesses do mundo capitalista e vice-versa. Aos olhos dos internautas libertários, lá no início da grande rede no Brasil, por volta de 1995/6, a capacidade de troca de informações e publicação de sites, apontava para tempos melhores politicamente. Existia assim, este espaço onde poderíamos criar e escrever nossas idéias, trocar experiências, conhecer pessoas de lugares diferentes, cidades, estados e até países. Acessar jornais, portais e aumentar o nível de informações que tínhamos quando dependíamos exclusivamente de jornais impressos e das notícias de TV. Notícias e fotos do mundo do Rock eram iguarias para quem possuía internet em seu computador.

Quando comecei a me interessar por leitura e o acesso aos clássicos da literatura era algo raro nas livrarias de Campos, a internet era a própria biblioteca com um vasto universo e campo de pesquisa em minha adolescência sobre Ditadura Militar, Socialismo x Capitalismo, Revolução Russa, Movimento Hippie, Contracultura, Beatniks, Jim Morrison, etc. Tudo isso na época em que o acesso a internet era exclusivamente pela Faculdade de Direito de Campos e discado. Levava-se, às vezes, horas para se conseguir conectar. Existia um número limitado de pessoas que podiam-se conectar, então se estivesse lotado era preciso esperar alguém "cair" ou desconectar-se da internet. Aquele barulhinho infernal do computador se conectando por conexão discada era música para os ouvidos naquela época. Isso porque só podíamos conectar depois da meia-noite ou domingo, quando contava-se 1 (um) pulso telefônico, para a conta de telefone não vir cara.

Anos depois chegou em Campos os primeiros números da coleção (mal traduzida) Martin Claret. Lembro que custava algo em torno de 7 reais. Foi uma febre entrar na Noblesse e gastar mais de 100 reais com os clássicos da Martin Claret. Já não se dependia exclusivamente da internet para este tipo de informação. Entretanto, as possibilidades da web ainda eram muitas. Baixar uma música levava quase 1 hora, mas valia apena. E as ideias fervilhavam na cabeça com as possibilidades da rede.

Hoje temos as Redes Sociais, Google Earth, Twitter, Blogs, programas de troca de arquivos, banda larga e parece que a sociedade ainda engatinha com a internet. As eleições vêm e vão e nada muda. Não há organização e maior politização das pessoas. As pessoas não passaram a ouvir músicas boas, continuam dependentes das músicas que tocam na TV ou na rádio local.

De fato ficou mais fácil de organizar movimentos sociais. Fiz parte do Movimento Estudantil já em tempos de internet, com grupos de discussão e troca de e-mails com militantes de outras universidades. Ainda não tinha Orkut naquela época. Fazíamos encontros e reuniões em outras cidades e estados. Difícil imaginar como se fazia Movimento Estudantil na década de 70 sem internet e celular.

As redes sociais (Orkut especificamente) permitem as pessoas a se conectarem com pessoas que possuam os mesmos interesses. Antigamente era possível no mIRC ou em chats. No mIRC podía-se criar salas específicas por assuntos, convidar pessoas e ali ser um espaço para um debate específico.

O Orkut vai além ainda, permitindo que antes de você viajar para algum lugar possa descobrir pousadas ou lugares interessantes de ir, além de perguntar diretamente às pessoas que fazem parte da comunidade. Porém, algumas comunidades mal tem fóruns ativos sobre tal lugar ou quando tem sempre aparece alguém para atrapalhar a discussão. Vide a comunidade de Campos dos Goytacazes.

Há algum tempo o Estado forneceu notebooks com internet aos professores para utilizarem o computador em sala de aula e para pesquisa. O engraçado, para não dizer trágico, é que muitos professores não sabiam sequer como usar este computador. Não faço ideias de como são as aulas hoje no Ensino Médio, mas imagino que poderíam ser muito interessantes com todos os recursos que a internet proporciona.

Sou totalmente a favor dos downloads e da troca de arquivos como forma de se disseminar a cultura. Não compro CD há mais de 10 anos. Abandonei as locadoras de vídeo quando o seriado Lost lançava sua 2º temporada (2005/2006), pois estava ficando caro alugar aquele monte de DVD e não dar conta de assistir. Optei por baixar da internet. Ainda hoje quando comento sobre minhas séries preferidas ouço algumas pessoas: "Ah, mas isso passa em que canal? Lá em casa não pega esse...".

A poderosa rede ainda é pouco explorada. Fico imaginando como seria pra mim ainda estar limitado ao que os meios convecionais podem me oferecer de informação. Ler bestellers, assistir a programação da TV aberta aos domingos, ouvir o pagode ou os sertanejos das rádios locais, ir à igreja, consumir o que é convencional, etc.

A internet está cheia de documentários que nunca irão estar disponíveis em locadoras da nossa cidade, livros, blogs, séries, filmes e música que não estão em nenhuma prateleira num raio de 300 km de nossa cidade. Algumas coisas com muito custo se achará nos grandes centros. As comunidades no Orkut deveriam ser espaço de troca de informações, críticas e sugestões aos restaurantes, lojas, bares, políticos, escolas, universidades, empresas, lojas, supermercados, produtos, etc. Vê-se que muito pouco é feito ou mal-utilizado. Os próprios empresários nem sabem como utilizá-la. Não possuem site, não querem ouvir a opinião dos consumidores, não tem sequer fotos.

A internet pode servir para milhares de coisas, não só para entretenimento. Como mencionado no início, da organização de movimentos sociais, culturais, libertários e políticos aos interesses de empresários e corporações. Por não possuir uma censura prévia, a internet está muito mais do lado do povo do que do capital. O problema é que nem o povo nem os empresários sabem como melhor utilizá-la. Existem muitos ativistas na internet, blogs ativos, comunidades, etc. O interessante é perceber nas pessoas "normais" à nossa volta o quanto disso tudo já ou ainda não afetam à elas. Talvez o dia em que houver este tipo de efeito, estaremos mais seletivos quanto às nossas escolhas e com os pés no chão, caminhando e andando de cabeça erguida em nossa sociedade.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Cazuza - Brasil



Mais um motivo para não errar outra vez dia 03 de outubro de 2010:

Brasil!
Mostra tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!

(...)

Será que é o meu fim?
Ver TV a cores
Na taba de um índio
Programada
Prá só dizer "sim, sim"

Lobão - O Eleito



Ele é esperto e persistente
Acha que nasceu pra ser respeitado
Ele é incerto e reticente
Acha que nasceu pra ser venerado
O palácio é o refúgio mais que perfeito
Para os seus desejos mais que secretos
Lá ele se imagina o eleito
Sem nenhuma eleição por perto
Ele é o esperto, ele é o perfeito
Ele é o que dá certo, ele se acha o eleito
Seus ternos são bem cortados
Seus versos são mal escritos
Seus gestos são mal estudados
A sua pose é militarista
Ele se acha o intocável
Senhor de todas as cadeiras
Derruba tudo pra ficar estável
Ele não está aí para brincadeira
E o tempo passa quase parado
E eu aqui sem a menor paciência
Contando as horas como se fossem trocados
Como se fossem contas de uma penitência
E tudo parece estar errado
Mas nesse caso o erro deu certo
Foi o que ele disse a o pé do rádio
Com a honestidade pelo avesso

Até quando esperar? Vote nulo!



Não é nossa culpa
Nascemos já com uma bênção
Mas isso não é desculpa
Pela má distribuição

Raul Vota Nulo!



O Profeta e Mestre Raul dando seu recado!

Vote em Ninguém!



O descrédito com a política nacional, a união em torno de uma ideologia “anarquista” e até mesmo a desinformação quanto a possibilidade de anular o pleito fazem com que muitos eleitores, ao longo dos anos, se articulem para defender o voto “em ninguém”. Em 2010, os adeptos da prática aproveitam para levantar a bandeira da anulação do voto nas redes sociais. No entanto, segundo a Legislação Eleitoral Brasileira, os votos nulos e brancos não são contabilizados no resultado final de uma eleição e os candidatos são eleitos apenas com base nos votos válidos. Neste contexto, as mobilizações possuem mais caráter de escracho do que de protesto. Sr. Nulo, 39, é um dos adeptos do voto em ninguém. Paulista de São Bernardo do Campo, ele não revela a verdadeira identidade, mas é, desde 2006, dono da segunda maior comunidade do Orkut a favor da anulação do voto, a “Voto Nulo - Revolução Silenciosa” — que reúne mais de 7.800 participantes. Também mantém um blog homônimo à comunidade e criou, há pouco mais de um mês, o Twibbon — espécie de selo para a foto do perfil do Twitter, — “Vote Nulo”, já usado por 285 pessoas. Para o internauta, que anula o voto desde 2004, o cúmulo da decepção com a política foi com o escândalo do mensalão, em 2005, quando até mandou uma carta ao presidente Lula pedindo explicações. “O que me motiva a votar nulo é a impunidade e o descaso que a classe política tem com as nossas necessidades básicas. Creio que a mobilização popular na internet pode assumir proporções inimagináveis”, defende. Outro adepto da campanha pró-voto nulo é Rodrigo Fernandes, do site Jacaré Banguela. Ele lançou, na segunda semana de agosto, um vídeo de campanha para o fictício candidato Abelardo Ninguém. No vídeo, “Ninguém” cumprimenta moradores de rua e é apoiado pela população, que mostra com os dedos o número de candidato, 3003. O jingle do “candidato”, em ritmo de samba, apresenta o personagem com versos irônicos como: “Ninguém se importa com os seus problemas / Ninguém ajuda os desempregados” e “ Ninguém se importa com você / Ninguém quer seu voto / Ninguém faz por merecer!”. Veja o vídeo “Vote em Ninguém”: Opinião pública - O especialista em marketing digital da Magoweb, Sílvio Tanabe, acredita no poder das mobilizações digitais, mas pondera que a internet ainda não é forte a ponto de influenciar a opinião pública no Brasil. “Para se ter ideia, uma pesquisa recente realizada pela ComScore revelou que, enquanto 9% dos americanos acessam sites políticos, no Brasil esse número se restringe a 2%. Atualmente, o uso da internet é forte o suficiente para mobilizar grupos de interesse e comunidades, por meio de causas específicas”, analisa. Sílvio Tanabe, no entanto, vê na internet a possibilidade de muita gente, principalmente os mais jovens, se envolver com política. “Temos de lembrar, contudo, que a internet é um meio e, por si só, não é capaz de mobilizar o interesse pela política. Quem deve fazer isso é a própria classe política, fazendo uso correto da internet para incentivar a participação dos jovens”, analisa.

Fonte: http://7cordas.musicblog.com.br/312118/Internautas-fazem-campanha-pelo-voto-nulo-para-protestar-nas-eleicoes/

Voto Nulo (de novo!)



O bom, o velho e sujo Ratos de Porão dando o seu recado.

Voto Nulo por Raul Seixas



Raul é Raul....

Voto Nulo



No melhor estilo dos Garotos Podres: "Aqui vai um recadinho a todos os políticos burgueses que mendigam o nosso voto"...

Campanha Voto Nulo com Gabriel o Pensador



Esse vídeo deveria ser obrigatório entre a campanha de um partido e outro.

Voto Nulo


No dia 03 de setembro você vai brincar de democracia ou vai dizer a todos que você não aceita mais a palhaçada em que vivemos? Corrupção, desemprego, abandono da saúde, sucateamento de hospitais, escolas e universidade, miséria, fome e muitos males que fazem parte da vida real de todo nosso Brasil - diferente do que é mostrado agora nas campanhas eleitorais, é mantido e sustentado pelos parasitas que estão no poder e pelo papel de palhaço que a grande maioria dos brasileiros fazem em todas as eleições.


Votar no "menos pior" não é a solução. Votar no "menos pior" é legitimar esse sistema eleitoral em que vivemos. Dia 03 de setembro dêem um basta tem tudo isso e anule seu voto!


Em campanha pelo voto consciente e inteligente, faço esta humilde campanha pelo voto nulo aqui no blog com músicas sobre este tema. Salve a música de protesto.

domingo, 26 de setembro de 2010

V Rock Humanitário

Já saiu a programação e a data do V Festival de Rock Humanitário:

Data: 11 de dezembro de 2010 (sábado) em Cabo Frio-RJ.

Bandas:

ENIGMATAH - GOTHIC
L.O.K.O - NEW METAL
PRIMICIA - ROCK
CONFRONTO - METALCORE
PRESTO ? - HARDCORE
AGROTÓXICO - PUNK/HARDCORE
CARRO BOMBA - ROCK
ZUMBIS DO ESPAÇO - PUNK/ROCKABILLY
VIOLATOR - THRASH
RATOS DE PORÃO - CROSSOVER/PUNK/THRASH
METALMORPHOSE - HEAVY METAL
ROCK ROCKET - ROCK/PUNK ROCK
TORTURE SQUAD - DEATH/THRASH

Postos de Vendas:
Ponto Musical - C. Frio
Clone - C. Frio
Drika Tour - Caxias
Xileno Tatoo - Arraial do Cabo
Araraprint - Araruama
Adega da Ponte - Saquarema
Dark Lands - Rio (Tijuca)
Loja Dark - Rua da conceição-nº101 sobreloja 47 - Niterói
Rafisk Tatoo - Rua Rego Barros,141, Loja 25 -Centro -Rio das Ostras -RJ
Shopping Village

Dio



Nós somos um navio sem uma tempestade
O frio sem o calor
A luz dentro da escuridão que ela precisa

Ronnie James Dio
(1942-2010)

sábado, 25 de setembro de 2010

9º Festival Rockachu

Seguem fotos do Festival de Rock de Cachoeiro de Itapemirim-ES que teve como principal atração Paul Di'anno (primeiro vocalista do Iron Maiden). Abaixo fotos da banda de Death Metal de Belo Horizonte Obsessive Hate, Scelerata (Heavy Metal) do Rio Grande do Sul e Paul Di'anno.

Obsessive Hate

Obsessive Hate
Scelerata

Scelerata

Paul Di'anno

Paul Di'anno

Paul Di'anno

Piccolo's Rock Fecha as Portas

Pelo visto a coisa é séria mesmo, o Piccolo's Rock, mais nova casa de Rock da cidade, fechou as portas. Não durou nem dois meses. Não sei informar os motivos, apenas as referências que estão na comunidade do Orkut da Campos Rock. A comunidade da casa também desapareceu do orkut sem deixar rastros. Nota-se um certo desdém ou tom de picuinha entre os comentários dos participantes da Campos Rock. Percebe-se que uma das maiores críticas que eram feitas a casa eram os preços salgados. Enfim, perde-se mais um espaço. Se alguém souber de algo relevante e queira compartilhar nos informe.

Eu Sou Ozzy


Este é o livro que estou lendo. Ozzy Osbourne, ícone do heavy metal, figura lendária que fez parte da maior banda de heavy metal de todos os tempos e que foi trilha sonora de muitos anos de minha adolescência. O livro relata histórias da vida de Ozzy desde sua infância até os anos do Black Sabbath (pelo menos é até onde estou lendo, mas ainda falta muito para terminar). As dificuldades na escola, a dislexia, os roubos, anos na prisão, drogas e a formação do Black Sabbath na perspectiva de Ozzy fazem do livro uma leitura leve e muitas vezes hilária.

Na adolescência Ozzy Osbourne era minha referência no Rock'n Roll. Colecionava revistas, posteres, camisas, recortes de jornal ou qualquer referência que tinha com o Madman. Andava inclusive com uma cruz pendurada no pescoço como Tony Iommy e Ozzy e os outros membros do Sabbath. Óbvio, que a cruz do Black Sabbath, de metal, que foi feita pelo pai de Ozzy para ele e os outros membros do Sabbath. A minha era de durepox mesmo.

Pasta em que colecionava recortes e xerox da carreira de Ozzy.

Como alguém "entendido" da carreira de Ozzy, o livro conta uma série de coisas e histórias que não sabia de sua vida e carreira. Ao mesmo tempo me faz questionar a veracidade dos dados visto o alto grau de lesabilidade do cérebro de Ozzy já de alguns anos atrás.

Black Sabbath: formação clássica.

Os relatos do livro mostram um Ozzy do tipo meio idiota. Não sei exatamente se existe uma palavra melhor para descrever a impressão que estou tendo deste período Black Sabbath de sua vida. Mas idiota no sentido de atrapalhado ou trapalhão. Desde suas divergências na escola, ou quando roubava ou quando arrumava brigas nos bares ou quando conhecia alguma garota. Alguns dos relatos são muito engraçados.

O livro torna-se na verdade um documento histório, especialmente da realidade da época, dos primeiros contatos com Tony Iommy, Geezer Butler e Bill Ward ainda adolescentes. Não faltam referências aos outros músicos e bandas da época como Jethro Tull e Led Zeppelin. Simplesmente indescritível. O livro de fato deveria se tornar filme. Deveria inclusive sair um livro contando a versão dos outros membros do Sabbath da formação da banda.

A descrição da gravação do primeiro álbum, as composições e ensaios da banda fazem realmente nos transportarmos e pensar como devia ter sido aquela época e o que se passava na cabeça dos jovens músicos para criar um som pesado, original e que pra sempre iria ser chamado de Heavy Metal. Definitivamente, vale a leitura.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Dificuldades

Saudações contraculturais. Ainda (s)em tempo, passo para avisar que anda difícil postar. Mesmo com os novos recursos de postagem por e-mail ou celular. Tentei fazer diversas postagens durante o Festival Rockachu, em Cachoeiro de Itapemirim-ES e o celular emitia sempre uma mensagem de erro.

Estou devendo ainda algumas notas sobre o show do Paul Di'Anno e tentarei fazer em breve.