domingo, 26 de setembro de 2010

Dio



Nós somos um navio sem uma tempestade
O frio sem o calor
A luz dentro da escuridão que ela precisa

Ronnie James Dio
(1942-2010)

sábado, 25 de setembro de 2010

9º Festival Rockachu

Seguem fotos do Festival de Rock de Cachoeiro de Itapemirim-ES que teve como principal atração Paul Di'anno (primeiro vocalista do Iron Maiden). Abaixo fotos da banda de Death Metal de Belo Horizonte Obsessive Hate, Scelerata (Heavy Metal) do Rio Grande do Sul e Paul Di'anno.

Obsessive Hate

Obsessive Hate
Scelerata

Scelerata

Paul Di'anno

Paul Di'anno

Paul Di'anno

Piccolo's Rock Fecha as Portas

Pelo visto a coisa é séria mesmo, o Piccolo's Rock, mais nova casa de Rock da cidade, fechou as portas. Não durou nem dois meses. Não sei informar os motivos, apenas as referências que estão na comunidade do Orkut da Campos Rock. A comunidade da casa também desapareceu do orkut sem deixar rastros. Nota-se um certo desdém ou tom de picuinha entre os comentários dos participantes da Campos Rock. Percebe-se que uma das maiores críticas que eram feitas a casa eram os preços salgados. Enfim, perde-se mais um espaço. Se alguém souber de algo relevante e queira compartilhar nos informe.

Eu Sou Ozzy


Este é o livro que estou lendo. Ozzy Osbourne, ícone do heavy metal, figura lendária que fez parte da maior banda de heavy metal de todos os tempos e que foi trilha sonora de muitos anos de minha adolescência. O livro relata histórias da vida de Ozzy desde sua infância até os anos do Black Sabbath (pelo menos é até onde estou lendo, mas ainda falta muito para terminar). As dificuldades na escola, a dislexia, os roubos, anos na prisão, drogas e a formação do Black Sabbath na perspectiva de Ozzy fazem do livro uma leitura leve e muitas vezes hilária.

Na adolescência Ozzy Osbourne era minha referência no Rock'n Roll. Colecionava revistas, posteres, camisas, recortes de jornal ou qualquer referência que tinha com o Madman. Andava inclusive com uma cruz pendurada no pescoço como Tony Iommy e Ozzy e os outros membros do Sabbath. Óbvio, que a cruz do Black Sabbath, de metal, que foi feita pelo pai de Ozzy para ele e os outros membros do Sabbath. A minha era de durepox mesmo.

Pasta em que colecionava recortes e xerox da carreira de Ozzy.

Como alguém "entendido" da carreira de Ozzy, o livro conta uma série de coisas e histórias que não sabia de sua vida e carreira. Ao mesmo tempo me faz questionar a veracidade dos dados visto o alto grau de lesabilidade do cérebro de Ozzy já de alguns anos atrás.

Black Sabbath: formação clássica.

Os relatos do livro mostram um Ozzy do tipo meio idiota. Não sei exatamente se existe uma palavra melhor para descrever a impressão que estou tendo deste período Black Sabbath de sua vida. Mas idiota no sentido de atrapalhado ou trapalhão. Desde suas divergências na escola, ou quando roubava ou quando arrumava brigas nos bares ou quando conhecia alguma garota. Alguns dos relatos são muito engraçados.

O livro torna-se na verdade um documento histório, especialmente da realidade da época, dos primeiros contatos com Tony Iommy, Geezer Butler e Bill Ward ainda adolescentes. Não faltam referências aos outros músicos e bandas da época como Jethro Tull e Led Zeppelin. Simplesmente indescritível. O livro de fato deveria se tornar filme. Deveria inclusive sair um livro contando a versão dos outros membros do Sabbath da formação da banda.

A descrição da gravação do primeiro álbum, as composições e ensaios da banda fazem realmente nos transportarmos e pensar como devia ter sido aquela época e o que se passava na cabeça dos jovens músicos para criar um som pesado, original e que pra sempre iria ser chamado de Heavy Metal. Definitivamente, vale a leitura.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Dificuldades

Saudações contraculturais. Ainda (s)em tempo, passo para avisar que anda difícil postar. Mesmo com os novos recursos de postagem por e-mail ou celular. Tentei fazer diversas postagens durante o Festival Rockachu, em Cachoeiro de Itapemirim-ES e o celular emitia sempre uma mensagem de erro.

Estou devendo ainda algumas notas sobre o show do Paul Di'Anno e tentarei fazer em breve.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Porto do Açu no Google Earth

O Google Earth disponibilizou há umas duas semanas imagens do Porto do Açu. As imagens da cidade de Campos também foram atualizadas. É possível ver as novas pontes e a Praça São Salvador atualizadas. A atualização das imagens são de 23 de abril de 2010. Se não me engano, as imagens anteriormente eram de 2004. Curiosidade: para quem utiliza o Recurso 3D é possível ver o prédio do lado do Banco do Brasil em cima da Praça São Salvador.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Festival de Teatro: 12 anos Trianon

Não registrei aqui quaisquer comentários sobre a programação das comemorações dos 12 anos do Teatro Trianon. Pude prestigiar algumas delas e constatar sempre o teatro lotado nos dias em que fui: Juca Chaves, Chico Anysio, Paulo Betti, Simone Spoladore. Os preços estavam bem acessíveis e a variedade de peças não pesou tanto para a comédia, que é sempre o gênero preferível das peças cotadas para se apresentarem aqui.
 
A melhor de todas foi a da Simone Spoladore, o monólogo Louise Valentina. Uma peça belíssima sobre a personagem de Guido Crepax, Valentina e a atriz Louise Brooks. A peça conseguiu retratar de forma poética a atmosfera dos quadrinhos de Guido Crepax com jogos de luzes, sombras, música e jogos de imagens. A atriz conseguiu transmitir toda sensualidade da arte erótica do quadrinista italiano.
 
Louise Valentina: Sucesso primeiramente na Itália, Valentina conquistou o mundo formando uma legião de fãs e é cultuada até os dias de hoje e tida como best-seller na Itália e Europa. Bissexualidade, êxtase auto-erótico, sadomasoquismo e devaneios oníricos povoados de referências à Art Nouveau.
A obra de Crepax influenciou grandes nomes dos quadrinhos adultos, como Manara e Serpieri. Valentina estreou discretamente, como coadjuvante em uma série de ficção nas páginas da Linus - revista que inventou o gênero de "quadrinhos adultos". O herói era Neutron, um detetive que usava seu poder paralisante para combater o crime.
 
Em todas as peças apresentadas, ao final de cada apresentação, a presidente da fundação, Auxiliadora Freitas, fazia uma babação de ovo do artista e da prefeitura de Campos, especialmente da Ex-Prefeita Rosinha, que mesmo afastada ainda era chamada de Prefeita. Além de entregar flores aos artistas homenageados (isso quando a peça tinha mais de 3 atores e era entregue apenas ao artista "global", flores e placa, deixando os demais a ver navios), ela falava sem parar, com aquela resgação de seda de "eterna governadora" à outras coisas mais.
 
Campos ainda vive e viverá por muitos anos esse ranço de cidade pequena em que tudo tem que se falar da Prefeitura ou do Político local que fez ou ajudou. Será que não dá para apenas ir ao teatro e deixar a peça terminar de forma natural, deixando apenas ao artista o poder da palavra? Campos é uma cidade que gosta de parecer moderna, mas respira os ares daquelas cidadezinhas com Coronéis narradas nos livros de literatura. Se aproveitar de um auditório lotado como o do Trianon para usar deste palco e fazer política-eleitoral é demonstrar a pequenês da cabeça das pessoas que estão à frente destes órgãos públicos, sem considerar a falta de educação aos que pagaram apenas para ir ao teatro se entreter com um pouco de cultura que, às vezes, nos chega por estas bandas.
 
Campos deve crescer muito nos próximos anos. Vemos aos poucos a cidade se modificar, principalmente com novos empreendimentos imobiliários, gastronômicos e de consumo. A tendência é que cada vez menos os outros saibam onde estamos e as chances de numa cidade com mais diversidade acontecer discursos políticos de grupelhos locais deve ser cada vez menor. Existirá ainda aquela TV local nos moldes como é feita? A MultTV já demonstra considerável avanço em como fazer programas interessantes na cidade, explorando ideias e assuntos do cotidiano.
 
Quanto ao Teatro, espera-se muito mais do Trianon. Além de peças com atores consagrados no Zorra Total e A Praça é Nossa, devería-se incentivar peças de outros gêneros, diferentes das comédias que sempre chegam à cidade. Adoro comédias, mas a diversidade ajuda a elevar o nível cultural de nossa cidade, mesmo sendo restrito à classe média. E abaixo à cafonice das homenagens à ex-prefeitos e prefeitos. Teatro é para Arte e não para os grupos político-eleitoreiros.
 
Próxima peça no Trianon: "Maria do Caritó" com Lília Cabral - 3, 4 e 5 de Setembro, 2010.
ps: texto enviado por e-mail.

domingo, 22 de agosto de 2010

Ângelo Nani Blues Player em Rio das Ostras

Seguem os registros com muito atraso do último Festival de Jazz e Blues de Rio das Ostras em Junho. No palco o gaitista Ângelo Nani com outros músicos de Campos: Betinho Assad (guitarra/Betinho Assad Power Trio), Felipe Capachão (baixo/Blues Band Vidro) e Phillipe Begão (bateria/Betinho Assad Power Trio) e também blogueiro do Azeredos e Furtados.


Primeira postagem via e-mail

Testando o recurso de postagem via e-mail. Como no trabalho não posso usar o blogger, talvez esse recurso possa ser útil.

Post por celular

Testando novo recurso.

sábado, 21 de agosto de 2010

Nightseason

Essa é das antigas. Navegando pela internet, encontrei este "achado", da banda Nightseason. A banda foi formada por Rogério Tavares em 1997, apenas para gravar esta Demo chamada "The Last Farewell" e nunca se apresentou publicamente. Mais uma vez o m4iscultur4 resgatando um pouco da história do underground campista.

Paul Di'Anno em Cachoeiro de Itapemirim-ES


Vocês já devem ter vistos alguns cartazes espalhados na 28 de março, anunciando nada mais nada menos do que Paul Di'Anno em Cachoeiro de Itapemirim. O lendário vocalista dos dois primeiros discos do Iron Maiden vai estar se apresentando há pouco mais de uma hora de nossa cidade no 9º Festival Cultural Rockachu em Cachoeiro de Itapemirim-ES.



Paul Di'Anno eternizou seus vocais em clássicos do Iron Maiden como Wrathchild, Prowler, Iron Maiden e Phantom of the Opera dentre outras. Difícil mesmo citar algumas músicas, pois os dois primeiros discos são dois puta discos. Sem sinônimo melhor para descrever tal experiência.


A banda está em turnê pelo Brasil por uns três meses e é formada por músicos brasileiros. O Festival de Cachoeiro terá outras tantas bandas e será dividido em dois dias. Abaixo vídeo da performance de Di'Anno em Wrathchild em algum show recente. Apesar do visual parecido com o do Vocalista do Limp Bizkit, o que o deixa totalmente diferente do visual do início do Iron Maiden, vale apena conferir este show histórico.

Teatro e Rock

Neste sábado tem teatro no SESC, com a peça Dirigir-se aos Homens às 20h. Abaixo release enviado pelo SESC:
Foto: Paula Kossatz

Clássicos da literatura russa ganharam adaptação e interpretação solo do ator Wilmar Amaral no espetáculo Dirigir-se aos Homens (...). O ator sobe sozinho ao palco para apresentar suas versões dos contos O Avô e o Netinho (Maxsim Gorki), O Arco (Fiódor Sologub) e Angústia (Anton Tchekov). Os três textos abordam um tema em comum: a solidão humana, com personagens praticamente invisíveis da sociedade, como um velho doente que perambula pelo interior da Rússia, mendigando na companhia do neto, criança frágil e doente e sonha com um futuro seguro para a criança; um velho que vê sua vida triste e monótona se transformar depois de presenciar uma cena de afeto entre mãe e filho e um cocheiro que, tendo perdido o filho recentemente, busca desesperadamente alguém que queira ouvi-lo.. Histórias simples e tiradas de cenas cotidianas, de onde os autores extraem temas profundamente humanos e tocantes.
Foto: Paula Kossatz

Wilmar Amaral é médico, pintor e ator. Estreou como ator na maturidade e vem construindo sua carreira com dedicação e amor. Esta sua paixão antiga só pôde manifestar-se tardiamente em sua vida através, primeiramente, de dois anos de curso livre de interpretação, com Roberto Bomtempo.

Ficha Técnica
: Textos: Maxsim Gorki (O Avô e o Netinho) / Fiódor Sologub (O Arco) / Anton Tchekhov (Angústia).

Ingressos:
R$ 3,00 (Três Reais) para comerciários;
R$ 6,00 (Seis Reais) para jovens de até 21 (vinte e um) anos, estudantes e maiores de 60 (sessenta) anos;
R$ 12,00 (Doze Reais) para os demais.

Foto: perfil Vibratto Orkut

Mais tarde, no Lord Pub, às 23h, tem a banda Vibratto, que se apresentou recentemente no projeto Quartas Blues no SESC. Entrada: R$ 10,00.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Vibratto no Piccolo's Rock Hoje

Pra quem ainda não foi conhecer a nova casa de Rock da cidade, hoje não teria dia melhor pra estrear, com a Vibratto. Classic Rock de primeira qualidade. Fica uma dica para os organizadores: Os shows poderiam ser mais cedos em dias durante a semana, 21h por exemplo. Só não vou porque começa às 24h e acordo cedo no dia seguinte. Como diria o avyador Luizz Ribeiro: "Meu bem, meu bem, meu bem. Tem que estar de pé, às 5h da manhã, pra batalhar (...)".

Show: Vibratto
Onde: Piccolo Rock (atrás do Trianon)
Hora: 22h (mas só começa 24h)
Quanto: R$ 10,00.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Piccolo's Rock

Sexta-feira foi a inauguração da mais nova casa de rock da cidade, o Piccolo's Rock, que fica em cima do restaurante e pizzaria Piccolo, localizado atrás do Trianon. Para a inauguração duas bandas (Terceiro Mandato e Oh! I Kill) e um DJ.

Fiquei sabendo da inauguração na sexta e fui conferir no orkut por mais informações. Na comunidade Campos Rock havia informações mais detalhadas sobre a nova casa de shows, cardápio e avisos de que seria proibida entrada de menores de 18 anos.

A maioria do público era visivelmente menor de idade, talvez 16 ou 17 anos. A cerveja que foi anunciada no orkut e twitter do bar a R$ 3,00 era vendida a R$ 4,00. A primeira banda, Terceiro Mandato, tocou de tudo um pouco. Do nacional ao internacional. Capital Inicial, Bon Jovi, Steppenwolf e por pouco não tocaram um LS Jack, porque a galera não deixou. Para terminar a lambança convidaram uma outra banda para tocar uma única música. Uma banda católica/evangélica e que repetia no refrão, algo como, "O caminho é a cruz!". Lamentável.

Como uma casa de rock convida uma banda dessa para fazer sua inauguração? E o que se passa na cabeça dessas pessoas para achar que as pessoas que estão ali querem ser catequisadas?

Se não fosse pela segunda banda a noite teria sido uma caideira. A banda de indie rock, Oh! I kill, se apresentou com várias músicas próprias e alguns covers. Indiscutivelmente a banda se destaca na cena campista, melhor inclusive, que algumas bandas antigas, demonstrando originalidade e um som de primeira. Espero ver outras vezes tocando por ali.

sábado, 29 de maio de 2010